O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Sexta-feira, 30 de Abril de 2010
LINHAS CONVERGENTES DA ASSEMBLEIA DIOCESANA DO CLERO

VIVER O MINISTÉRIO A PARTIR DO DOM RECEBIDO

ASSEMBLEIA DIOCESANA DE CLERO


A Assembleia Diocesana de Clero, sob a presidência de António Sousa Braga, em que participaram meia centena de padres de todas as ilhas, reunida de 27 a 29 de Abril de dois mil e dez, em Angra do Heroísmo, no contexto do Ano Sacerdotal e dos 475 anos da Diocese, considerou, no final da mesma, as seguintes linhas convergentes:

1. Viver o Ministério a partir do dom recebido.

Neste momento social e eclesial, viver o ministério a partir do dom recebido, exige de nós uma forte «estruturação espiritual» a partir da fé, da esperança e da comunhão fraterna, ainda mais na nossa descontinuidade geográfica.

2. Identidade e exercício do Ministério.

O apoio necessário aos padres e a sua própria inserção pastoral deve ter em conta a etapa em que se encontram: mais novos, geração intermédia e mais idosos, numa saudável gestão de capacidades.
A identidade sacerdotal não se reduz à originalidade pessoal nem ao percurso de vida de cada um dos sacerdotes. Com efeito, não há que ser padres da mesma forma nem dos párocos se espera um mesmo perfil e paradigma ministerial, desde que todos estejam ao serviço da mesma Missão, ao estilo do Bom Pastor.

3. Fidelidade sempre procurada.

A fidelidade evangélica, como apelo permanente e profundo do ministério, «incarna» nas «fragilidades» pessoais e culturais do nosso tempo, tanto ao nível da sociedade como da Igreja.
O exercício do ministério é necessariamente condicionado pelas características do «terreno» que se pisa e do tempo em que se vive, o que relança antigas e novas questões relativamente ao «estatuto do padre», bem como ao tipo de acção pastoral a desenvolver nas presentes circunstâncias, sempre na fidelidade à Identidade e à Missão.
Temos consciência de que não há receitas nem «panaceias» para todos os problemas, nem por parte dos padres nem dos leigos, o que exige um contínuo discernimento pastoral no presbitério e nas comunidades, numa atitude de fidelidade criativa.

4. O olhar dos Leigos.

O olhar dos leigos sobre os padres, parece marcado não apenas pela compreensão e gratidão, mas também por uma grande exigência de integridade pessoal, disponibilidade pastoral e coerência de vida, sem dispensar uma formação adequada aos desafios do nosso tempo, sobretudo na opção pelos últimos (pobres).

Alegra-nos na esperança o presbitério que temos e os testemunhos recebidos de padres que marcaram os nossos percursos de vida e ministério.
A comunhão no presbitério, tecida de respeito pela diversidade, é essencial ao amadurecimento pessoal e à eficácia da missão pastoral no mundo e no tempo que nos é dado viver.

 

Angra do Heroísmo, 29 de Abril de 2010



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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
Assembleia Diocesana de Clero

Cerca de meia centena de sacerdotes da Diocese de Angra estão reunidos até 29 de Abril na Casa de Retiros de Santa Catarina em Angra do Heroísmo.

A decisão da realização desta Assembleia Diocesana de Clero foi tomada no último Conselho Presbiteral de 2009 - em vez do habitual Conselho Presbiteral - atendendo ao facto de estarmos a viver o Ano Sacerdotal até 11 de Junho do corrente ano.

O encontro , presidido pelo Prelado Diocesano, aborda temas relacionados com a vida, a espiritualiade sacerdotal e acção pastoral dos presbíteros diocesanos na actualiade, e conta com o apoio e reflexão do Padre António Bravo da Diocese de Madrid.

Da Ouvidoria do Pico estão a participar quatro sacerdotes: Pe. Marco Martinho; Pe. Paulo Areias; Pe. Paulo Silva; Pe. João da Ponte.



publicado por magdala às 01:58
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Números da Igreja em Portugal

A Igreja Católica tem em Portugal cerca de quatro mil sacerdotes distribuídos pelas 21 dioceses, de acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, que se referem a 2007.

De acordo com as estatísticas do Anuário Católico de Portugal, 90 por cento dos portugueses (9.261.854 numa população de 10.303.941) afirma-se católica.

A Igreja Católica portuguesa tem actualmente 48 bispos, dos quais 21 são diocesanos (incluindo o Ordinário Castrense), 17 são eméritos (já ultrapassaram os 75 anos de idade), além de nove auxiliares e de um coadjutor.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), órgão cimeiro da estrutura da Igreja Católica em Portugal, é actualmente presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, sendo vice-presidente D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima.

A Comissão Permanente da CEP é constituída pelo presidente e pelo vice-presidente e integra ainda cinco vogais: D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Alves, Arcebispo de Évora, D. Albino Cleto, bispo de Coimbra, D. Gilberto Reis, bispo de Setúbal, e D. Manuel Clemente, bispo do Porto.

Em 2007 havia 2.834 sacerdotes diocesanos (pertencentes a dioceses), menos 45 que no ano anterior, e 943 religiosos (ligados a ordens religiosas), menos 54 que em 2006, mas mesmo assim apenas 24 das 4.386 paróquias católicas existentes em Portugal eram administradas por diáconos ou religiosas.

No final de 2007, face ao ano anterior, havia menos 49 sacerdotes, uma vez que se registaram 80 óbitos e apenas 36 ordenações, além de cinco abandonos (dois na diocese de Vila Real e um nas de Braga, Bragança-Miranda e Leiria-Fátima).

 

Fonte: www.bentoxviportugal.pt

 




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Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Hino dos Jovens Portugueses para a visita do Papa Bento XVI



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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Eu Acredito! E Tu?

 

 



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Domingo, 25 de Abril de 2010
IV Domingo da Páscoa

 


O 4º Domingo do Tempo Pascal é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como Bom Pastor. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus hoje nos propõe.
O Evangelho apresenta Cristo como o Bom Pastor, cuja missão é trazer a vida plena às ovelhas do seu rebanho; as ovelhas, por sua vez, são convidadas a escutar o Pastor, a acolher a sua proposta e a segui-l’O. É dessa forma que encontrarão a vida em plenitude.
A primeira leitura propõe-nos duas atitudes diferentes diante da proposta que o Pastor (Cristo) nos apresenta. De um lado, estão essas “ovelhas” cheias de auto-suficiência, satisfeitas e comodamente instaladas nas suas certezas; de outro, estão outras ovelhas, permanentemente atentas à voz do Pastor, que estão dispostas a arriscar segui-l’O até às pastagens da vida abundante. É esta última atitude que nos é proposta.
A segunda leitura apresenta a meta final do rebanho que seguiu Jesus, o Bom Pastor: a vida total, de felicidade sem fim.



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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Viagem do Papa a Portugal é um momento de esperança em tempo de crise


O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga, considera que a próxima visita de Bento XVI ao nosso país poderá ser um momento de alento e de esperança num momento de crise.

“Numa altura que, queiramos ou não, reconhecemos como de crise, de uma certa perplexidade e, para algumas pessoas, até de um certo medo perante o amanhã e perante o futuro, a presença do Santo Padre será também um momento de esperança”, afirma o Arcebispo de Braga.

Para o presidente da CEP, entrevistado pela Agência ECCLESIA, “a mensagem que o Santo Padre vai trazer ao país, particularmente aos católicos, dará um pouco mais de tranquilidade ao momento que estamos a viver”.

Este responsável considera ser legítimo “pedir também aos portugueses em geral que se abram a essa mensagem, se não para a aceitar, pelo menos para a acolher e reflectir”.

“Creio que é um momento de grande alegria e estou plenamente convencido de que será uma ocasião de festa”, assinala, sem recear eventuais manifestações de contestação contra o Papa.

D. Jorge Ortiga acredita que “o povo português irá corresponder a esta vinda do Santo Padre, acolhendo a sua mensagem e manifestando a grande alegria de o termos entre nós”.

“Queremos caminhar com o Papa e sabemos que ele quer caminhar connosco, particularmente na área da missão da Igreja, que tem de ser desempenhada com autenticidade, com verdade, com responsabilidade”, prossegue.

A visita de Bento XVI será ocasião para abordar temas relacionadas com a relação Igreja-Estado, nos quais pontificam a Concordata assinada em 2004.

O Arcebispo de Braga admite a existência de “alguns aspectos que precisam de ser equacionados, como o património e as aulas de Moral”, recordando, no entanto, que “já há regulamentação na parte hospitalar e nos estabelecimentos militares e prisionais”.

“A própria Concordata estabelece uma comissão paritária que já está a trabalhar no sentido de interpretar os textos. Infelizmente, a comissão bilateral ligada ao património não tem funcionado”, assinala.

Abordando diversos temas ao longo da entrevista, D. Jorge Ortiga sublinha que “a Igreja Católica já não é uma força maioritária”.

“Ela tem de se situar também num contexto de adversidades e contratempos, porque nem tudo facilita o encontro com a própria fé”, indica.

O confronto “com uma mentalidade nova” deve levar a Igreja a procurar “respostas, pelo diálogo e o conhecimento multidisciplinar”.

Dutante a visita, o Papa irá reunir-se com os Bispos portugueses em Fátima, o que acontece pela primeira vez desde a visita dos membros da CEP ao Vaticano, em 2007, quanto, entre outras recomendações, Bento XVI apelou a um “recto ordenamento da Igreja”.

“Pessoalmente estou convencido que o Santo Padre estava a dizer-nos que seria necessário encontrar formas novas de assistência às pessoas que vivem nas paróquias pequenas, algumas situadas em zonas totalmente desertificadas”, precisa D. Jorge Ortiga.

Nessa reorganização, acrescenta, “é preciso acreditar que um padre é muito mas não é tudo”.

“Um leigo tem também o seu lugar, o seu espaço, as suas responsabilidades e terá de assumi-las”, defende, admitindo que essa função se alargue às celebrações dominicais, mas dando como “encerrado” o tema da ordenação sacerdotal de mulheres.

In Agência Ecclesia


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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
5º Aniversário da Eleição do Papa Bento XVI

 

Os cinco anos de pontificado de Bento XVI têm sido marcados pelo realismo e pela fidelidade aos seus princípios enquanto teólogo, referem especialistas portugueses consultados pela Agência ECCLESIA.

Joseph Ratzinger foi eleito como o 265.º Papa da história da Igreja Católica no dia 19 de Abril de 2005, pouco mais de 24 horas depois do início do Conclave. Assume o nome de Bento XVI e apresenta-se ao mundo como “um simples e humilde trabalhador da vinha do Senhor”.

O teólogo português Henrique Noronha Galvão - um antigo aluno de Joseph Ratiznger - escreve que nas questões fundamentais do actual Papa, como teólogo, “constou sempre a tentativa de restaurar, na crise civilizacional que diagnostica no nosso tempo, as referências fundamentais da existência humana que estão em perigo”.

A vaticanista Aura Miguel, da Rádio Renascença, afirma que “entre as preocupações que Bento XVI tem manifestado nos últimos tempos e em viagens pastorais – tendo como horizonte a visita dele ao nosso país - vale a pena sublinhar algumas coisas que tem dito à Europa”.

Uma Europa “cansada da fé”, onde Portugal se inclui e que, explica, segundo a jornalista portuguesa com acreditação permanente junto da Santa Sé, “a prioridade do Papa em centrar todas as suas viagens pastorais deste ano no Velho Continente”.

“Bento XVI tem-se revelado um Papa realista”, escreve.

O Papa carrega consigo uma visão estratégica da Igreja e do mundo, muito clara, que se centra na necessidade de referências, de valores, de um pensamento forte contra a “ditadura do relativismo” a que tantas vezes se tem referido.

Em declarações à Agência ECCLESIA, Pacheco Pereira sublinha que Bento XVI “tem uma noção de reforço dessa identidade de combate ao relativismo e do combate a um conjunto de teorias – caso da Teologia da Libertação – que transformava o cristianismo numa espécie de progressismo político muito influenciado pelo marxismo”.

Geopolítica

O Pe. Fernando Silva de Matos, Conselheiro Eclesiástico da Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, regista que “nos encontros com os Embaixadores, com os Chefes de Estado, com os Governantes das nações, quer no Vaticano, quer nos países visitados, torna-se evidente a sensibilidade do Chefe da Igreja Católica em relação à causa da paz”.

O sacerdote elenca “algumas vias tidas pelo Papa como fundamentais para alcançar este objectivo”: diálogo inter-religioso, renúncia às armas e à violência para a resolução dos conflitos, eliminação da pobreza e da fome nos países subdesenvolvidos e a laicidade positiva.

Elias Couto, Editor de "Cristo e a Cidade", diz por seu lado que “Bento XVI apareceu como um Papa tímido nos contactos pessoais” e “alguns tomaram isso como fraqueza”.

“Enganaram-se. O seu estilo talvez não seja o ideal para a hipermediatização de que todos sofremos. Será, no entanto, profundamente benéfico para a Igreja. Assim esta saiba aproveitar o seu exemplo e aprender com a sua sabedoria”, observa.

Bento XVI continuou a mostrar vontade de estar aberto ao diálogo com todos, não só com aqueles que vivem na Igreja, mas também com aqueles que estão fora. O diálogo entre fé e razão será, sem dúvida, uma das grandes marcas do primeiro Papa eleito no século XXI.

Aura Miguel destaca, a este respeito, “o interesse com que largos sectores intelectuais seguem este pontificado (a partir das suas interpelações culturais), tendo em conta a lucidez e extraordinária capacidade do Papa para falar aos que estão de fora, ou hesitantes”.

 

In Agência ECCLESIA

 



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Domingo, 18 de Abril de 2010
III Domingo da Páscoa

 

A liturgia deste 3º Domingo do Tempo Pascal recorda-nos que a comunidade cristã tem por missão testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou; e que Jesus, vivo e ressuscitado, acompanhará sempre a sua Igreja em missão, vivificando-a com a sua presença e orientando-a com a sua Palavra.
A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.
A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.
O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.

 



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Sábado, 17 de Abril de 2010
Estrutura para a missa de Bento XVI no Porto inspira-se na Sé, no Barroco e na Pastoral da Diocese

Elementos arquitectónicos da Catedral vão ser transpostos para o conjunto


A estrutura onde vai assentar o altar da missa presidida por Bento XVI no Porto foi inspirada pela Sé, pela composição da diocese e pelo Barroco, um dos estilos mais preponderantes da arquitectura religiosa da cidade.

O conjunto, de 39 por 12 metros, ficará localizado na Praça General Humberto Delgado, diante do edifício da Câmara Municipal.

O projecto transpõe a planta da catedral para o espaço da eucaristia: a nave central equivale à Avenida dos Aliados, ao passo que o transepto (parte que atravessa perpendicularmente a nave) será evocado pela estrutura que receberá o altar, bem como representantes do clero e autoridades civis.

A cobertura da estrutura será caracterizada por uma clarabóia que permite a entrada de luz e abre a zona do altar para o céu, evocando a cúpula existente na Sé.

A cadeira do presidente da celebração (cátedra) ficará apoiada numa plataforma constituída por três degraus, em alusão à Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).

Vai ser criado um cenário ao fundo da estrutura com 27 componentes, representando a Diocese, as quatro Regiões Pastorais e as 22 Vigararias.

A construção em painéis pré-fabricados de madeira permitirá, de acordo com os designers, “uma analogia pictórica com a talha dourada dos altares barrocos” das igrejas da cidade.

Os espaços para as sacristias e para o clero serão instalados na Autarquia, que ficará ligada à estrutura através de uma das rampas do edifício.

 

Altar

 

 

Concepção

 

 

 

 

A função

 

 

Contexto




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