O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Terça-feira, 20 de Março de 2012
Cinquenta Anos de Elevação a Cardeal de D. José da Costa Nunes - Mensagem de D. António de Sousa Braga

Cinquenta Anos de Elevação a Cardeal de D. José da Costa Nunes


 

Em nome da Diocese de Angra e em meu nome pessoal, associo-me, com toda a satisfação, à comemoração das Bodas de Ouro de Elevação a Cardeal de D. José da Costa Nunes, nosso ilustre conterrâneo.

 

«Comemorar» é «fazer memória». Ora bem, «fazer memória», biblicamente, não consiste apenas em recordar o passado, mas, sobretudo, em tornar presente o passado, com os seus valores.

 

Portanto, ao «comemorar» esta feliz efeméride, faço votos e peço ao Senhor que o ardor missionário do passado, de que a Ilha do Pico tanto se ufana, se renove no presente, com frutos tão preciosos, como foram os missionários do Oriente, de que D. José da Costa Nunes é, sem dúvida, figura de destaque, que tanto nos honra.

 

Ao dar graças a Deus, queremos empenhar-nos, cada vez mais, para que a Igreja de Cristo, no Pico, continue a merecer tão ilustres antepassados, com frutos visíveis e significativos no presente. Como transmitir o que não muda, num mundo em mudança? Só mudando. Não o Evangelho, que é o mesmo de sempre. Mas a nossa actuação pastoral e, sobretudo, a nossa vida.

 

É o apelo à conversão, que a Igreja nos faz ouvir de novo e com todo o vigor, neste tempo da Quaresma: «Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo: mudem de vida e acreditem na Boa Nova» (Mc1, 14-15)!

 

+ António, Bispo de Angra

 

Ponta Delgada, 19 de Março de 2012.



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Segunda-feira, 19 de Março de 2012
Cinquentenário da elevação a Cardeal de D. José da Costa Nunes

Cinquentenário da elevação a Cardeal de D. José da Costa Nunes

Celebrado na Ouvidoria do Pico

 

Completa-se hoje, 19 de Março, o cinquentenário da elevação ao colégio cardinalício de Sua Eminência o Cardeal D. José da Costa Nunes.

A Ouvidoria do Pico celebra este aniversário com uma celebração eucarística de acção de graças na Igreja Paroquial da Candelária, terra natal deste ilustre purpurado, onde repousam os seus restos mortais, numa celebração presidida pelo Ouvidor Eclesiástico do Pico e concelebrada pelo clero da ilha.

D. José da Costa Nunes foi elevado à dignidade cardinalícia por Sua Santidade o Papa João XXIII, com o título de cardeal-presbítero de Santa Prisca, no dia do seu onomástico, São José, a 19 de Março de 1962, impondo-lhe o Papa o barrete cardinalício a 22 de Março daquele mesmo ano, aos 82 anos de idade.

O Cardeal Costa Nunes, filho maior da ilha do Pico, foi o primeiro açoriano a ser elevado ao cardinalato, sendo o único purpurado açoriano a exercer funções na Cúria Romana.

D. António de Sousa Braga, Bispo de Angra, associasse a esta efeméride endereçando uma mensagem que será lida na celebração desta noite.

D. José da Costa Nunes nasceu na freguesia da Candelária do Pico, a 15 de Março de 1880, foi Bispo de Macau, Patriarca das Índias Orientais e Vice-Carmelendo da Santa Sé, falecendo em Roma aos 96 anos de idade.

 

Brasão de Armas de Sua Eminência o Cardeal D. José da Costa Nunes

 

Cardeal D. José da Costa Nunes


 

Biografia


 

D. José da Costa Nunes nasceu na freguesia da Candelária, da ilha do Pico, a 15 de Março de 1880, filho de José da Costa Nunes e Francisca Felizarda de Castro. Depois de concluir os estudos primários na sua freguesia natal, realizou em 1892, no Liceu da Horta da vizinha ilha do Faial, o exame de admissão aos estudos liceais, sendo aprovado. Ingressou então no Seminário Episcopal de Angra (em 1893).

 

Durante o seu percurso como seminarista colaborou em jornais e revistas, usando múltiplos pseudónimos, revelando precocemente talento para a escrita e para a oratória. A sua obra posterior, nos múltiplos artigos jornalísticos, textos de conferência, pastorais, homilias e cartas que produziu, confirmam esta característica.

 

No Seminário Episcopal de Angra fez com brilhantismo os seus estudos, recebendo a 1 de Junho de 1901 a Prima Tonsura e Ordens Menores na Igreja de Nossa Senhora da Guia do antigo Convento de São Francisco de Angra, imóvel onde então funcionavam conjuntamente o Seminário e o Liceu de Angra do Heroísmo.

 

Em 1902, quando frequentava o último ano de Teologia do Seminário e se preparava para a ordenação, foi convidado pelo vice-reitor daquele estabelecimento e seu conterrâneo do Pico, Pe. Dr. João Paulino de Azevedo e Castro, então eleito bispo de Macau, a acompanhá-lo como seu secretário particular. Aceitou o convite e após a sagração de D. João Paulino, conferida em Angra pelo bispo cessante de Macau D. José Manuel de Carvalho, partiu na companhia do novo prelado, chegando a Macau a 4 de Junho de 1903.

 

Durante a viagem para Macau, acompanhou D. João Paulino nos seus contactos com as autoridades civis e eclesiásticas em Lisboa e Roma e visitou Bombaim e Singapura.

 

Chegado a Macau e feito o exame de Teologia no Seminário Diocesano de São José de Macau, foi ordenado presbítero, aos 23 anos, em 26 de Julho de 1903.

 

Em Macau desenvolveu actividades pastorais, foi professor no Seminário de S. José (1903 - 1906), Vigário Geral da Diocese de Macau e Timor (1906 - 1913), governador do bispado (1907) e fundador do jornal Oriente (1915). Por provisão de 6 de Maio de 1915 foi nomeado vice-reitor interino do Seminário.

 

Esteve nas missões de Malaca, Singapura e Timor (1911). Desenvolveu também actividades missionárias no Timor Português no período de 1913 a 1920.

 

Por morte de D. João Paulino, em sessão do cabido realizada a 22 de Fevereiro de 1918 foi eleito vigário capitular, cargo que exerceu até 16 de Dezembro de 1920, data do consistório secreto que o preconizou bispo da diocese de Macau.

 

A sua nomeação para prelado resultou do trabalho que desenvolveu como vigário capitular na recuperação das finanças e na reorganização interna da diocese de Macau.

 

No dia 16 de Dezembro de 1920 foi eleito Bispo de Macau, aos 40 anos de idade. A sua ordenação episcopal deu-se a 20 de Novembro de 1921, na Igreja Matriz da Horta, sendo sagrado por D. Manuel Damasceno da Costa (1867 - 1922), bispo de Angra.

 

O novo prelado fez entrada solene na sua sede diocesana a 4 de Junho de 1922, governando-a até 1940. O seu trabalho missionário na extensa diocese de Macau traduziu-se por um marcado crescimento do número de católicos, que de 29 628 em 1918 passou para 50 916 em 1940.

 

Também se dedicou à reorganização das estruturas pastorais ali existentes, entregando o Seminário à direcção espiritual dos Jesuítas e o Colégio de Santa Rosa de Lima às irmãs Franciscanas Missionárias de Maria. Fundou em Macau um colégio para rapazes chineses, através do qual introduziu a educação profissionalizante. Deve-se-lhe também a reparação de diversas igrejas que se encontravam arruinadas.

 

Na região do sudoeste da China que se encontrava sob a jurisdição da diocese de Macau, D. José da Costa Nunes procurou reavivar as missões católicas ali sedeadas e aumentar o número de missionários, e fazer crescer o número de igrejas, residências, escolas e obras de assistência.

 

No então Timor Português, ao tempo parte da diocese de Macau, reconheceu a crise que ali vivia a Igreja Católica, fundindo os dois vicariatos existentes e procurou melhorar a vida eclesiástica, religiosa, catequética e financeira. Para melhorar a educação religiosa, fundou uma escola de catequistas, que ministrava ensino equivalente ao 3.º ano dos liceus e habilitava os formados a leccionar a instrução primária. Também criou um colégio e uma escola de artes e ofícios.

 

Tendo em conta a distância entre Macau e Timor e as grandes diferenças culturais e pastorais entre ambos os territórios, solicitou à Santa Sé a elevação do vicariato de Díli a diocese, o que foi concedido por bula de 18 de Janeiro de 1941.

 

Nos territórios de Singapura e Malaca, também parte da diocese de Macau, intensificou a acção pastoral, dotando a igreja local de estruturas escolares próprias e fomentando o espírito missionário.

 

Em 11 de Dezembro de 1940, aos 60 anos de idade, foi nomeado pelo papa Pio XII para o lugar de arcebispo de Goa e Damão e titular de Cranganor, Primaz do Oriente, com o título de Patriarca das Índias Orientais. Partiu de Macau para a sua nova diocese a 25 de Novembro de 1941, possivelmente devido à Segunda Guerra Mundial, cujos efeitos já se sentiam em Macau.

 

Chegado à Índia, a 18 de Janeiro de 1942 tomou posse da Sé de Goa e iniciou a visita pastoral a toda a sua extensa arquidiocese, visitando-a toda, incluindo Damão, Nagar-Aveli e Diu.

 

Em Goa continuou o trabalho de modernização e de elevação intelectual das populações católicas que iniciara em Macau, ganhando grande projecção pública.

 

A 16 de Dezembro de 1953, foi oficializada a sua renúncia ao cargo de arcebispo de Goa e Damão, tendo nesse dia o papa Pio XII investido D. José da Costa Nunes nas dignidades de Arcebispo Titular de Odessa, conservando o título pessoal de Patriarca, e como vice-carmelengo da Cúria Romana, aos 73 anos de idade.

 

Entretanto, a 13 de Julho de 1953, a Santa Sé nomeara-o presidente da Comissão Permanente do Congresso Eucarístico Internacional, na Cúria Romana.

 

O papa João XXIII elevou-o a cardeal da Santa Igreja, com o título de cardeal-presbítero de Santa Prisca, no dia do seu onomástico, São José, a 19 de Março de 1962, impondo-lhe o barrete cardinalício a 22 de Março daquele mesmo ano, aos 82 anos de idade.

 

Participou no Concílio Vaticano II (1962-1965) e foi cardeal-eleitor no conclave de 1963 que elegeu o papa Paulo VI.

 

Em 1964 foi nomeado pelo Papa Paulo VI legado papal para as comemorações do IV Centenário das Missões da Companhia de Jesus em Macau e IV centenário da chegada dos primeiros missionários católicos a Macau. Durante a sua estadia em Macau como enviado papal recebeu foi homenageado pelos seus antigos diocesanos, que o proclamaram cidadão benemérito da cidade de Macau e descerraram o seu retrato no salão nobre do Leal Senado de Macau.

 

Em 1967, participou como Legado a latere do papa Paulo VI nas Festas Jubilares de Fátima, onde foi novamente homenageado.

 

A 30 de Agosto de 1970 inaugurou na freguesia da Candelária do Pico, o Patronato Infantil da Casa de São José, entregue às Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição. Foi o primeiro estabelecimento de educação pré-escolar da ilha do Pico e um dos primeiros dos Açores, tendo funcionado até 2005, ano em que encerrou por falta de crianças na zona que servia, tendo as irmãs criado um centro de acolhimento e o lar D. José da Costa Nunes, destinado a crianças e jovens. Para tal doou a sua própria casa, a qual hoje se encontra transformada em casa-museu, dedicada à sua memória.

 

Morreu em Roma no dia 29 de Dezembro de 1976, aos 96 anos e depois de 23 anos de serviço na cúria romana. O seu corpo foi sepultado no Cemitério de Campo Verano, Roma, e transferido posteriormente para a Igreja de Santo António dos Portugueses, também em Roma. A 27 de Junho de 1997 os restos mortais do Cardeal Costa Nunes foram solenemente trasladados para a igreja paroquial da Candelária, nos Açores.

 

A 3 de Junho de 1946 foi condecorado pelo governo português com a grã-cruz da Ordem do Império Colonial e a 22 de Julho de 1953 com a grã-cruz da Ordem de Cristo.

 

Em Macau, um jardim de infância de língua portuguesa, operado pela Associação Promotora da Instrução dos Macaenses, tem como patrono este cardeal português e ex-bispo de Macau (Jardim de Infância de D. José da Costa Nunes). O mesmo acontece com o principal estabelecimento de ensino do seu concelho natal, a Escola Cardeal Costa Nunes na Madalena do Pico.

 

 

 

Cronobiografia


 

15 de Março de 1880 — Nasceu na Candelária, ilha do Pico, Açores.

19 de Março de 1880 — Baptizado na igreja paroquial da Candelária.

1 de Junho de 1901 — Recebeu a Prima Tonsura e Ordens Menores, na igreja do Convento de São Francisco de Angra.

23 de Março de 1902 — Partiu de Lisboa para Macau, como secretário particular do bispo D. João Paulino de Azevedo e Castro.

4 de Junho de 1902 — Chegou a Macau.

19 de Julho de 1903 — Recebeu o Subdiaconado.

25 de Julho de 1903 — Recebeu o Diaconado.

26 de Julho de 1903 — Ordenado presbítero.

31 de Julho de 1903 — Celebrou a sua Missa Nova na igreja de Santo Agostinho de Macau.

6 de Junho de 1904 — Partiu para as Missões de Malaca e Singapura, como secretário de D. João Paulino.

2 de Setembro de 1904 — Regressou a Macau.

14 de Julho de 1906 — Nomeado vigário geral da Diocese de Macau.

3 de Abril de 1907 — Nomeado governador do Bispado de Macau.

22 de Fevereiro de 1918 — Eleito vigário capitular em sede vacante por morte de D. João Paulino.

23 de Novembro de 1920 — Nomeado Bispo de Macau.

20 de Novembro de 1921 — Recebeu a Sagração Episcopal na Igreja Matriz da Horta.

4 de Julho de 1922 — Fez entrada solene na sua diocese.

11 de Dezembro de 1940 — Nomeado pelo papa Pio XII para o cargo de Arcebispo da Sé Metropolitana, Primacial e Patriarcal de Goa, com os títulos de Arcebispo Metropolitano de Goa e Damão, Arcebispo Titular de Cranganor, Primaz do Oriente e Patriarca das Índias Orientais.

18 de Janeiro de 1942 — Tomou posse da Sé de Goa.

3 de Junho de 1946 — Condecorado pelo governo português com a grã-cruz da Ordem do Império.

22 de Julho de 1953 — Condecorado com a grã-cruz da Ordem de Cristo.

16 de Dezembro de 1953 — Resignou da arquidiocese de Goa e Damão e foi nomeado Arcebispo Titular de Odessa, com o título pessoal de Patriarca. Pouco depois é escolhido para desempenhar as funções de vice-camerlengo da Cúria Romana.

19 de Março de 1962 — Criado cardeal pelo papa João XXIII, com título de cardeal-presbítero de Santa Prisca.

10 de Novembro de 1964 — Enviado papal ao IV Centenário das Missões da Companhia de Jesus em Macau.

11 de Maio de 1967 – Delegado a latere do Santo Padre às festas jubilares de Fátima.

29 de Novembro de 1976 — Faleceu em Roma, depois de receber a visita e bênção do papa Paulo VI. As solenes exéquias foram na Basílica de São Pedro e o seu túmulo colocado na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma.

27 de Junho de 1997 — Os restos mortais foram solenemente trasladados para a igreja paroquial da Candelária, na ilha do Pico.


 



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Domingo, 18 de Março de 2012
4º Domingo da Quaresma

Tema do 4º Domingo da Quaresma



A liturgia do 4º Domingo da Quaresma garante-nos que Deus nos oferece, de forma totalmente gratuita e incondicional, a vida eterna.
A primeira leitura diz-nos que, quando o homem prescinde de Deus e escolhe caminhos de egoísmo e de auto-suficiência, está a construir um futuro marcado por horizontes de dor e de morte. No entanto, diz o autor do Livro das Crónicas, Deus dá sempre ao seu Povo outra possibilidade de recomeçar, de refazer o caminho da esperança e da vida nova.
A segunda leitura ensina que Deus ama o homem com um amor total, incondicional, desmedido; é esse amor que levanta o homem da sua condição de finitude e debilidade e que lhe oferece esse mundo novo de vida plena e de felicidade sem fim que está no horizonte final da nossa existência.
No Evangelho, João recorda-nos que Deus nos amou de tal forma que enviou o seu Filho único ao nosso encontro para nos oferecer a vida eterna. Somos convidados a olhar para Jesus, a aprender com Ele a lição do amor total, a percorrer com Ele o caminho da entrega e do dom da vida. É esse o caminho da salvação, da vida plena e definitiva.




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Segunda-feira, 12 de Março de 2012
Solenidade do Senhor dos Passos

Neste III Domingo da Quaresma as artérias da Vila da Madalena acolheram a procissão do Senhor dos Passos, manifestação pública de fé das Paróquias Matriz de Santa Maria Madalena e de Nossa Senhora das Dores da Criação Velha. Ficam aqui algumas imagens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 11 de Março de 2012
Sagrado Lausperene na Matriz de Santa Maria Madalena

Desde quinta-feira a Paróquia Matriz de Santa Maria Madalena viveu o Sagrado Lausperene que terminou pela meia noite deste sábado com a bênção do Santíssimo. Ficam aqui algumas imagens...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 10 de Março de 2012
3º DOMINGO DO TEMPO DA QUARESMA

 

Tema do 3º Domingo da Quaresma



A liturgia do 3º Domingo da Quaresma dá-nos conta da eterna preocupação de Deus em conduzir os homens ao encontro da vida nova. Nesse sentido, a Palavra de Deus que nos é proposta apresenta sugestões diversas de conversão e de renovação.
Na primeira leitura, Deus oferece-nos um conjunto de indicações (“mandamentos”) que devem balizar a nossa caminhada pela vida. São indicações que dizem respeito às duas dimensões fundamentais da nossa existência: a nossa relação com Deus e a nossa relação com os irmãos.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo sugere-nos uma conversão à lógica de Deus… É preciso que descubramos que a salvação, a vida plena, a felicidade sem fim não está numa lógica de poder, de autoridade, de riqueza, de importância, mas está na lógica da cruz – isto é, no amor total, no dom da vida até às últimas consequências, no serviço simples e humilde aos irmãos.
No Evangelho, Jesus apresenta-Se como o “Novo Templo” onde Deus Se revela aos homens e lhes oferece o seu amor. Convida-nos a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho” essa proposta de vida nova que Deus nos quer apresentar.



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Sexta-feira, 9 de Março de 2012
Fim do feriado de 15 de agosto «não está garantido»

O presidente da delegação da Santa Sé na Comissão Paritária da Concordata afirmou esta quarta-feira, em Lisboa, que o fim do feriado do 15 de agosto, solenidade da Assunção da Virgem Maria, “não está garantido”.

Em declarações à Agência ECCLESIA, D. António Montes realçou que a eliminação de dois feriados religiosos no calendário civil, proposta pelo Governo, continua a ser negociada e diz que não se surpreende se o novo calendário “não for aplicado este ano”.

O prelado declarou ainda que em “relação ao Corpo de Deus não há dificuldade porque, em muitos países, se celebra no domingo”.

Quanto ao outro feriado a extinguir, o Dia de Todos os Santos (1 de novembro) “é uma hipótese, visto que eles [feriados] são seis e poderá ser esse”.

O Conselho de Ministros aprovou a 2 de fevereiro uma proposta de lei com alterações ao Código de Trabalho que prevê a exclusão de dois feriados civis, 5 de outubro e 1 de dezembro, e dois religiosos.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, esteve em Roma durante o último Consistório e manteve um encontro privado com o seu homólogo da Santa Sé, D. Dominique Mamberti, no dia 18 de fevereiro.

Nessa mesma altura marcou presença no Vaticano o núncio (embaixador da Santa Sé) em Portugal, D. Rino Passigato.

O artigo terceiro da Concordata de 2004 indica que os dias “festivos católicos”, além dos domingos, “são definidos por acordo nos termos do artigo 28”.

Este, por seu lado, prevê que o conteúdo do acordo diplomático “pode ser desenvolvido por acordos celebrados entre as autoridades competentes da Igreja Católica e da República Portuguesa”.

O artigo 30 estabelece que “enquanto não for celebrado o acordo previsto no artigo 3”, a República Portuguesa reconhece como dias festivos o Ano Novo e Nossa Senhora, Mãe de Deus (1 de janeiro), Corpo de Deus (celebrado a uma quinta-feira, 60 dias depois da Páscoa), Assunção (15 de agosto), Todos os Santos (1 de novembro), Imaculada Conceição (8 de dezembro) e Natal (25 de dezembro).

A Comissão Paritária volta a reunir-se em abril, cumprindo o programa de encontros bimestrais estabelecido no início do ano, segundo referiu o presidente da delegação da Santa Sé, que inclui na sua constituição o padre Saturino Gomes, especialista em Direito Canónico da Universidade Católica Portuguesa, e Paulo Adragão, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.

 

Agência Eclesia



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Quinta-feira, 8 de Março de 2012
Sagrado Lausperene na Matriz de Santa Maria Madalena

Quinta e Sexta-feira, 8 e 9 de Março

08h00 – 18h00 – Exposição do Santíssimo Sacramento

18h00 – Via Sacra

18h30 – Missa

 

Sábado, 10 de Março

08h00 – 18h30 – Exposição do Santíssimo Sacramento

18h30 – Missa

19h30 – 24h00 – Exposição do Santíssimo Sacramento



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Segunda-feira, 5 de Março de 2012
2ª Catequese Quaresmal do Cardeal Patriarca de Lisboa


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Domingo, 4 de Março de 2012
2º DOMINGO DO TEMPO DA QUARESMA

 

Tema do 2º Domingo do Tempo da Quaresma



No segundo Domingo da Quaresma, a Palavra de Deus define o caminho que o verdadeiro discípulo deve seguir para chegar à vida nova: é o caminho da escuta atenta de Deus e dos seus projectos, o caminho da obediência total e radical aos planos do Pai.
O Evangelho relata a transfiguração de Jesus. Recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, o autor apresenta-nos uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projecto libertador em favor dos homens através do dom da vida. Aos discípulos, desanimados e assustados, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-o, vós também.
Na primeira leitura apresenta-se a figura de Abraão como paradigma de uma certa atitude diante de Deus. Abraão é o homem de fé, que vive numa constante escuta de Deus, que aceita os apelos de Deus e que lhes responde com a obediência total (mesmo quando os planos de Deus parecem ir contra os seus sonhos e projectos pessoais). Nesta perspectiva, Abraão é o modelo do crente que percebe o projecto de Deus e o segue de todo o coração.
A segunda leitura lembra aos crentes que Deus os ama com um amor imenso e eterno. A melhor prova desse amor é Jesus Cristo, o Filho amado de Deus que morreu para ensinar ao homem o caminho da vida verdadeira. Sendo assim, o cristão nada tem a temer e deve enfrentar a vida com serenidade e esperança.

 

 

Padres Dehonianos



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