O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Domingo, 29 de Janeiro de 2012
4º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 4º Domingo do Tempo Comum



A liturgia do 4º Domingo do Tempo Comum garante-nos que Deus não se conforma com os projectos de egoísmo e de morte que desfeiam o mundo e que escravizam os homens e afirma que Ele encontra formas de vir ao encontro dos seus filhos para lhes propor um projecto de liberdade e de vida plena.
A primeira leitura propõe-nos – a partir da figura de Moisés – uma reflexão sobre a experiência profética. O profeta é alguém que Deus escolhe, que Deus chama e que Deus envia para ser a sua “palavra” viva no meio dos homens. Através dos profetas, Deus vem ao encontro dos homens e apresenta-lhes, de forma bem perceptível, as suas propostas.
O Evangelho mostra como Jesus, o Filho de Deus, cumprindo o projecto libertador do Pai, pela sua Palavra e pela sua acção, renova e transforma em homens livres todos aqueles que vivem prisioneiros do egoísmo, do pecado e da morte.
A segunda leitura convida os crentes a repensarem as suas prioridades e a não deixarem que as realidades transitórias sejam impeditivas de um verdadeiro compromisso com o serviço de Deus e dos irmãos.


Padres Dehonianos



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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
É sempre tempo...


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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Igreja Católica


publicado por magdala às 01:53
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Imagem resgatada do navio Costa Concórdia é de Nossa Senhora de Fátima

A imagem resgatada intacta este sábado, 21 de janeiro, do navio Costa Concórdia, naufragado junto da ilha de Giglio, Itália, é a de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Em resposta a vários pedidos de informação, confirma-se que efetivamente a imagem recuperada da capela do navio de cruzeiros é a de Nossa Senhora de Fátima, uma réplica da imagem da Capelinha das Aparições do Santuário de Fátima em Portugal.

A imagem resgatada foi entronizada na capela do navio no dia do batismo e inauguração da embarcação, a 7 de julho de 2006, na presença do cardeal D. Stephen Fumio Hamao, então presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes.

A imagem tinha sido adquirida no Santuário de Fátima pelos empresários proprietários do Costa Concórdia. Em representação do Santuário de Fátima esteve presente na celebração o Padre Clemente Dotti, sacerdote italiano então ao serviço do Santuário.

O jornal oficial do Santuário de Fátima em português, “Voz da Fátima”, publicou na altura um breve apontamento informativo, na edição 13 de setembro de 2006.

De acordo com a informação transmitida este fim de semana ao Padre Clemente Dotti, a imagem resgatada está agora na igreja paroquial da ilha de Giglio.

Este domingo, 22 de janeiro, em Fátima, durante a recitação do rosário das 10:00, na Capelinha das Aparições, o Padre Luciano Cristino, capelão do Santuário, anunciou com alegria, em português e em italiano, a recuperação da imagem. Antes das três ave-marias finais, o sacerdote saudou os sobreviventes e rezou pelos falecidos. Solidarizou-se sobretudo com todos aqueles que mais sofrem com esta tragédia, em especial com os familiares dos passageiros falecidos ou ainda desaparecidos. 

 

Site do Santuário de Fátima, LeopolDina Simões


Notícia “Voz da Fátima”, de 13 de setembro de 2006: Imagem de Nossa Senhora no Costa Concórdia:
(página 3): ../files/1626_fatima_setembro_4523721d5415b.pdf

 

A fotografia que ilustra este texto foi captada no dia da entronização da imagem na capela do navio Costa Concórdia.



publicado por magdala às 17:22
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012
3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 3º Domingo do Tempo Comum



A liturgia do 3º Domingo do Tempo Comum propõe-nos a continuação da reflexão iniciada no passado domingo. Recorda, uma vez mais, que Deus ama cada homem e cada mulher e chama-o à vida plena e verdadeira. A resposta do homem ao chamamento de Deus passa por um caminho de conversão pessoal e de identificação com Jesus.
A primeira leitura diz-nos – através da história do envio do profeta Jonas a pregar a conversão aos habitantes de Nínive – que Deus ama todos os homens e a todos chama à salvação. A disponibilidade dos ninivitas em escutar os apelos de Deus e em percorrer um caminho imediato de conversão constitui um modelo de resposta adequada ao chamamento de Deus.
No Evangelho aparece o convite que Jesus faz a todos os homens para se tornarem seus discípulos e para integrarem a sua comunidade. Marcos avisa, contudo, que a entrada para a comunidade do Reino pressupõe um caminho de “conversão” e de adesão a Jesus e ao Evangelho.
A segunda leitura convida o cristão a ter consciência de que “o tempo é breve” – isto é, que as realidades e valores deste mundo são passageiros e não devem ser absolutizados. Deus convida cada cristão, em marcha pela história, a viver de olhos postos no mundo futuro – quer dizer, a dar prioridade aos valores eternos, a converter-se aos valores do “Reino”.

 

Padres Dehonianos



publicado por magdala às 17:25
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
Maçonaria

1. Breve história. So­cie­dade mais ou menos secreta que mergulha as raízes nas corporações medievais dos canteiros (em ingl., masons; em fr., maçons, de onde o nome). Nos sécs. XVI-XVII, com o ocaso das gran­des construções góticas de pedra, estas corporações passaram a admitir membros honorários (nas chamadas “lojas”), mantendo os antigos ritos iniciáticos e a guarda dos segredos profissionais. Nos sécs. XVIII-XIX, por iniciativa do pastor protestante J. Anderson, as 4 lojas de Londres, influenciadas pelo gosto dos clubes académicos e recreativos, impri­miram-lhes um novo rumo, de institui­ção altruísta e ideológica, visando a cons­­trução dum mundo em honra do “Grande Arquitecto do Universo”. O mo­­vimento alastrou rapidamente à Eu­ropa continental e às Américas, e foi aproveitado pelos cultores dos novos ideais que eclodiram na Revolução Fran­cesa, para as impor à sociedade con­temporânea, ideais contrários aos re­gimes político e religioso vigentes (Mo­nar­quia, Catolicismo). Da tradicio­nal “Maçonaria regular” (em geral res­pei­ta­dora das religiões e até recusando ateus), passou a destacar-se esta “Ma­ço­naria irregular”, laicista, ateísta e anti­cle­rical.

 

2. Em Portugal. Há notícias de lojas maçónicas desde 1733, por impor­tação da Inglaterra, sobretudo nos meios mi­litares. As invasões francesas trouxe­ram ao País a Maçonaria irregular, de grande violência contra a Igreja e com interven­ções nefastas na vida pública. A ela pertenceram figuras gradas (Duque de Saldanha, Duque de Loulé, Elias Gar­cia, Bernardino Machado, António José de Almeida...). O Estado Novo pô-la fora da lei (21.5.1935). Encontra-se de novo autorizada desde 1974.

 

3. Ati­tude da Igreja. Clemente XII (1738) con­denou repetidamente a Maçonaria irregular e Leão XIII incluiu-a (1884) en­tre os mais activos agentes das heresias condenadas por seu antecessor Pio IX, no Syllabus (1864). Assim se ex­plicam as graves penas canónicas com que a cominava o Código de Di­rei­to Canó­ni­co de 1917 (684, 2335-2336). Hoje, po­rém, com a quebra da virulência e da influência desta Maçonaria, per­seguida pelos regimes totalitários do séc. XX, a Igreja atenuou a sua condenação, e o novo CDC (1374) não se re­fe­re a ela, apenas estabelecendo que seja punido com penas justas quem der o nome a uma associação que maquina contra a Igreja, e com interdição quem a promo­ver e dirigir.

 

Da Enciclopédia Católica Popular



publicado por magdala às 00:22
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ


DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA


 

Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo facto que no novo Código de Direito Canónico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redaccional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas.  Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de Fevereiro de 1981 (cf.  AAS 73, 1981, p. 240-241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação.


Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de Novembro de 1983.

 

Joseph Card. RATZINGER
Prefeito

+ Fr. Jérôme Hamer, O.P.
Secretário



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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
Igreja e Maçonaria

A maçonaria e a definição do sentido da História

 



É uma longa e atribulada história a das relações da Maçonaria com a Igreja durante os últimos três séculos, expressa em ataques, anti-clericalismo, rejeição da dimensão misteriosa da fé e da verdade revelada, a que a Igreja respondeu com várias condenações, com penas de excomunhão para os católicos que aderissem à Maçonaria. É um processo que tem de ser situado nas grandes transformações culturais e sócio-políticas desse período, em que elementos como a compreensão da natureza e legitimidade do poder político, a promoção e defesa da liberdade individual, os processos revolucionários em cadeia e a “questão romana” que pôs fim ao poder temporal dos Papas, foram pontos quentes a alimentar um conflito. Conceitos, então polémicos, como o da liberdade de consciência e de tolerância, são hoje aceites pela própria Igreja, no quadro de sociedades democráticas e pluralistas. A verdadeira reacção à visão do mundo veiculada pela Maçonaria, têm os católicos de encontrá-la na profundidade da sua fé, sobretudo quando a celebram na Eucaristia, como inspiradora da vida e da história, fonte de sentido e fundamento de uma ordem moral. Sem essa coerência de profundidade, cairão em rejeições e anátemas, pelo menos desenquadrados da actual maneira de conceber a missão da Igreja no mundo.

A questão crucial, sobre a qual os católicos têm o direito de esperar uma resposta do seu Bispo, é esta: a fé católica e a visão do mundo que ela inspira, são compatíveis com a Maçonaria e a sua visão de Deus, com o fundamento de verdade e de moralidade e o sentido da história que veicula? E a resposta é negativa. Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia não pode ser maçon. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia. E a incompatibilidade reside nas visões inconciliáveis do sentido do homem e da história.

A Maçonaria sempre afirmou, e continua a afirmar, a prioridade absoluta da razão natural como fundamento da verdade, da moralidade e da própria crença em Deus. A Maçonaria não é um ateísmo, pois admite um “deus da razão”. Exclui qualquer revelação sobrenatural, fonte de verdades superiores ao homem, porque têm a sua fonte em Deus, não aceitando a objectividade da verdade que a revelação nos comunica, caindo na relatividade da verdade a que cada razão individual pode chegar, fundamentando aí o seu conceito de tolerância. A Igreja também aceita a tolerância, mas em relação às pessoas e não em relação à objectividade da verdade.

Esta atitude perante Deus e perante a verdade gera uma “sabedoria” global, ou seja, uma visão coerente da realidade, que é incompatível com a visão do homem e da sociedade que brotam da fé cristã, que supõe a inter-acção de Deus e do homem, no diálogo fecundo e apaixonante da natureza e da graça. A Igreja tem o dever de orientar os católicos e é a eles que digo que a nossa fé e o sentido da vida que ela inspira é incompatível com o quadro gnóstico de sentido veiculado pela Maçonaria.

Haverá, ainda hoje, uma luta entre a Maçonaria e a Igreja? Não nos termos em que se pôs no passado, embora não devamos ser ingénuos: a Maçonaria, sobretudo em algumas das suas “obediências”, lutará sempre contra valores inspiradores da sociedade que tenham a sua origem na dimensão sobrenatural da nossa fé. Sempre que isso acontecer, demos testemunho da esperança que está em nós (1Pet. 3,15). A expressão de uma visão laicista da sociedade assenta também sobre a falta de coerência dos cristãos com as implicações sociais da fé que professam e da Eucaristia que celebram.

 

Texto do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, publicado em Janeiro de 2005



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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 2º Domingo do Tempo Comum 

Ano B

 


 

A liturgia do 2º Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre a disponibilidade para acolher os desafios de Deus e para seguir Jesus.

A primeira leitura apresenta-nos a história do chamamento de Samuel. O autor desta reflexão deixa claro que o chamamento é sempre uma iniciativa de Deus, o qual vem ao encontro do homem e chama-o pelo nome. Ao homem é pedido que se coloque numa atitude de total disponibilidade para escutar a voz e os desafios de Deus.

O Evangelho descreve o encontro de Jesus com os seus primeiros discípulos. Quem é “discípulo” de Jesus? Quem pode integrar a comunidade de Jesus? Na perspectiva de João, o discípulo é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias libertador, que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega, que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e para viver em comunhão com Ele, que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá-l’O aos outros irmãos.

Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto a viverem de forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. No crente que vive em comunhão com Cristo deve manifestar-se sempre a vida nova de Deus. Aplicado ao domínio da vivência da sexualidade – um dos campos onde as falhas dos cristãos de Corinto eram mais notórias – isto significa que certas atitudes e hábitos desordenados devem ser totalmente banidos da vida do cristão.

 

Padres Dehonianos

 




publicado por magdala às 00:26
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Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Patriarca critica «influência» da Maçonaria

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. José Policarpo, criticou esta semana em Fátima a “influência direta” da Maçonaria em “coisas políticas”, mas descartou a exigência de que os políticos se assumam como maçons.

“Como políticos, se são maçons, se são católicos ou se são do Sporting, não vejo que isso tenha uma relevância muito grande”, disse o cardeal-patriarca aos jornalistas, no final da reunião do Conselho Permanente da CEP.

Para este responsável, “outra coisa" é que "a Maçonaria, enquanto tal, teve influência direta em coisas políticas; isso está mal”.

O patriarca de Lisboa respondia a questões sobre a recente polémica relativa às ligações entre a Maçonaria, deputados e serviços de informação portugueses.

Interrogado sobre se os políticos deviam assumir publicamente a sua condição de maçons, o cardeal-patriarca disse não ver “porquê”.

“Não me parece que seja necessário”, assinalou.

D. José Policarpo observou que “a própria Maçonaria, que primava pelo secretismo dos seus dinamismos, começa a ser forçada a vir para a luz do dia”.

“Hoje a Maçonaria faz parte da sociedade, é conhecida há muito tempo, (...) tem influência na coisa política, só me admiro é que haja gente a surpreender-se com isso”, disse, acrescentando que, para a Igreja, essa não é “uma questão de primeiro plano, neste momento”.

“Numa sociedade como as nossas sociedades ocidentais, tudo o que se define como secreto, na essência, é um bocado incompatível, hoje só é secreta a intimidade particular das pessoas”, prosseguiu.

Para o cardeal-patriarca, a Maçonaria “é uma realidade complexa”, lembrando que teve origem “canónica, nasceu dentro da Igreja, uma espécie de fraternidade dos construtores de catedrais, daí chamarem-se pedreiros-livres”.

Um movimento que tinha “uma mística” própria, que desaparece quando a Revolução Francesa traz uma “vertente laicizante”, introduzindo um “princípio do laicismo, do racionalismo, muito ao sabor do que eram as correntes do pensamento nessa altura”.

“A questão canónica da Maçonaria, que não é uma questão que estejamos todos os dias a brandir, tem a ver com a teoria maçónica em relação à fé religiosa e à existência de Deus”, disse D. José Policarpo.

O patriarca de Lisboa frisou que “a Maçonaria não é ateia (…), é sim do racionalismo da fé, ou seja, recusam qualquer religião revelada, a revelação como manifestação do mistério, mas aceitam o Deus que pode ser reconhecido pela razão humana, que é uma via justa”

O presidente da CEP recorda que, do ponto de vista da Igreja, “não é compatível” ser católico e maçon, porque as associações maçónicas “rejeitam aquilo que é o essencial da fé, a aceitação da Palavra de Deus e da revelação sobrenatural”.

O último documento oficial da Santa Sé nesta matéria é a "Declaração sobre a Maçonaria", assinado pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, a 26 de novembro de 1983.

“Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas”, pode ler-se.

 

Agência Ecclesia



publicado por magdala às 13:33
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