O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Sábado, 31 de Dezembro de 2011
Ornamentações de Natal

Santuário Diocesano do Senhor Bom Jesus Milagroso

Matriz de São Mateus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011
Ornamentações de Natal

Ornamentações de Natal da Matriz de Santa Maria Madalena

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011
Convívio de Natal

Algumas fotos do convívio de Natal do clero, seminaristas e pré-seminaristas no Pico, realizado no dia 27 de Dezembro de 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Mensagem de Natal do Senhor Bispo de Angra


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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011
“UM MENINO NASCEU PARA NÓS”


 

Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.

Para quem quiser ver, a vida está cheia de nascimentos.

Nascemos muitas vezes ao longo da infância

quando os olhos se abrem em espanto e alegria.

Nascemos nas viagens sem mapa que a juventude arrisca.

Nascemos na sementeira da vida adulta,

entre invernos e primaveras maturando

a misteriosa transformação que coloca na haste a flor

e dentro da flor o perfume do fruto.

Nascemos muitas vezes naquela idade

onde os trabalhos não cessam, mas reconciliam-se

com laços interiores e caminhos andados.

 

Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.

Nascemos quando nos descobrimos amados e capazes de amar.

Nascemos no entusiasmo do riso e na noite de algumas lágrimas.

Nascemos na prece e no dom.

Nascemos no perdão e no confronto.

Nascemos em silêncio ou iluminados por uma palavra.

Nascemos na tarefa e na partilha.

Nascemos nos gestos ou para lá dos gestos.

Nascemos dentro de nós e no coração de Deus.

 

O que Jesus nos diz é: “Também tu podes nascer”,

pois nós nascemos, nascemos, nascemos.

 

 

     José Tolentino Mendonça



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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011
A Força do Natal

 

O Natal é a celebração festiva do nascimento de Jesus. Mas é também o renascimento espiritual dos cristãos.

Na véspera de Natal, todos os caminhos do mundo, por terra, por mar e pelo ar – são percorridos por muita gente tocada por uma força invisível, que corre ao reencontro em família com pais e avós, com filhos e netos, com irmãos e amigos, num abraço quente de saudade e amor.

É uma festa de renascimento comovente, onde se perdoam faltas, esquecimentos, incompreensões, ingratidões e mágoas, num abraço de amor, orvalhado de lágrimas que lavam tristezas e esquecimentos de muito tempo.

O Natal é uma festa do amor imenso de Deus que nos deu Jesus, o divino Emanuel que quer dizer “Deus connosco.” Por isso tem de ser uma celebração de amor: de renascimento espiritual apagando passados mal vividos, silêncios imerecidos, palavras que feriram.

Festa de renascimento para uma vida nova, de valorização moral, de conversão para Deus e para os outros irmãos a quem devíamos amar e ajudar mais.

Este encontro de familiares e amigos não pode reduzir-se apenas ao saborear das iguarias variadas da ceia natalícia. Deverá ser um encontro em que cada um relembre a colaboração que pode e deve dar, pela palavra e pela vida, para colocar o Emanuel- Salvador no coração de outros irmãos que não têm a felicidade de conhecê-Lo e amá-Lo.

E o Natal será realmente feliz.

 

Mário Salgueirinho



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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011
Celebrar o Natal

 

Celebramos hoje o Natal. É um costume tão piedoso… Uma árvore de Natal com luzinhas e alguns graciosos presentes, o júbilo das crianças e um pouco de música natalícia, são sempre formosos e comoventes. E se entra o religioso para intensificar o ambiente, então, será ainda mais belo e emocionante. Todos temos sempre, em segredo – quem tomará a mal? –, um pouco de compaixão por nós próprios. E, por isso, buscamos certo ambiente pacífico e consolador. Algo assim como se acariciássemos a cabeça de uma criança que chora e lhe disséssemos: não é tão grave, tudo se arranjará outra vez. Não será mais que isto o Natal? Será isto o principal? Ou melhor, a sua beleza e sentimentalidade, a sua tranquilidade e intimidade, não serão apenas o eco débil do facto que propriamente se celebra neste dia e que acontece num lugar completamente distinto, muito mais alto – nos céus, muito mais profundo – nos abismos, e muito mais íntimo – na alma? A alegria e a paz do Natal serão apenas um estado de alma em que nos refugiamos ilusoriamente? Ou antes a exteriorização, a celebração sagrada de um acontecimento verdadeiro, ao qual nos abrimos com toda a energia do coração para que também aconteça em nós e por nós? Porque, de cada vez, o referido acontecimento é verdade e realidade, mesmo que nós não o queiramos reconhecer? Mesmo quando, nele, não vejamos mais que um pouco de romantismo pueril e placidez burguesa?

Natal é algo mais que um estado de alma confortador. Neste dia, nesta santa noite, trata- se do Menino, o Menino único. Do Filho de Deus que se fez homem, ao nascer. Tudo o resto ou vive disso ou então morre e converte-se em ilusão. Natal quer dizer: Ele chegou, tornou clara a noite. Fez da noite da nossa escuridão, da nossa ignorância, da noite da nossa angústia e desespero, uma noite de Deus, uma santa noite. Isto quer dizer Natal. No momento em que aconteceu, realmente e para todos os tempos, deve continuar a ser realidade, através desta festa, no nosso coração e no nosso espírito. Se nós, homens, confiamos nas percepções correntes da nossa cega vida de cada dia, deveríamos chegar, quer se trate de coisas importantes quer de triviais, à conclusão aterradora e desesperada de que nada acontece no mundo. De que tudo é um perpétuo surgir e desaparecer de acontecimentos pessoais que, por um lado, são bons e alegres e por outro, a maioria das vezes, são tristes e maus. E que, em última análise, tudo gira em volta de si mesmo, sem finalidade e direcção, que tudo se destroça cega e irremissivelmente e que os homens escondem a absurda carência de finalidade dos acontecimentos, sempre que recusam pensar no dia seguinte. Para nós próprios, somos um enigma eternamente cruel, um enigma de morte. Se contemplamos o nascimento do menino que hoje celebramos, apenas a partir do nosso ponto de vista, poderíamos exclamar cheios de melancolia e amargura, o que se encontra no capítulo quatorze do livro de Job: «O homem nascido de mulher vive tempo curto e farta-se de misérias. Brota como uma flor e murcha, foge como a sombra e não deixa rasto». Por nós mesmos, seríamos como um pequeno ponto de luz na escuridão sem fronteiras que apenas conseguiria tornar mais terríveis as trevas. Seríamos uma conta que nunca se salda. Seríamos seres precipitados no tempo, em que tudo se desvanece. Obrigados à existência sem termos sido interrogados, carregados de trabalho e decepção, vivendo o tormento e o castigo da própria culpa. Começando a suportar a morte no próprio momento em que nascemos, inseguros e perseguidos. Distraindo-nos enganosamente de tudo isto, como crianças, com o que se chama o lado bom da vida. Mas que não o seria, na realidade, a não ser o meio refinado que julga que o tormento e a tortura da vida não terminam demasiado depressa.

Mas, se com Fé decidida, esclarecida e, sobretudo, audaz, dizemos: «É Natal». Então, apregoamos que, no mundo e na minha vida, irrompeu um facto que alterou tudo isso a que chamamos mundo e nossa vida. Que extinguiu o «nada de novo debaixo do sol» do antigo orador e o cruel eterno retorno do filósofo moderno. Facto pelo qual a nossa noite, a terrível, fria e deserta – pois que o corpo e o espírito esperam morrer de frio –, se tornou a noite de Deus, a santa noite. O Senhor está aqui. O Senhor da criação e da minha vida. Esse Deus já não olha, desde o eterno (todo no uno de uma só vez), desde a sua eternidade, a eterna mutação da minha vida destroçada. A eternidade faz- se tempo. O Filho faz-se homem. A eterna razão do mundo, o que dá sentido a toda a realidade, faz-se carne. E, por isso, se transformam o tempo e a vida do homem. Porque o próprio Deus se fez homem. Não que, entretanto, tivesse deixado de ser o próprio Verbo eterno de Deus, com toda a sua glória e felicidade incompreensível. Mas tornou – se verdadeiramente homem. E agora Lhe interessa a Si próprio este mundo e o seu destino… Não se Lhe outorga nenhuma concessão especial, mas partilha a mesma sorte com todos nós: fome, fadiga, inimizade, amargura da morte e de uma morte miserável.

E o que é mais inverosímil é que a infinitude de Deus receba e aceite a limitação humana. Que a felicidade suprema receba a tristeza da terra, a vida e a morte. Contudo, essa escura luz da Fé, só ela, torna as nossas noites claras, noites santas.

 

Karl Rhaner,

Kleines Kirchnenjarhr, Munich 1954



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Domingo, 25 de Dezembro de 2011
Solenidade do Natal do Senhor

 

 

 

 

 

Tema da “Missa da Meia-noite”



A liturgia desta noite fala-nos de um Deus que ama os homens; por isso, não os deixa perdidos e abandonados a percorrer caminhos de sofrimento e de morte, mas envia “um menino” para lhes apresentar uma proposta de vida e de liberdade. Esse menino será “a luz” para o povo que andava nas trevas.
A primeira leitura anuncia a chegada de “um menino”, da descendência de David, dom de Deus ao seu Povo; esse “menino” eliminará a guerra, o ódio, o sofrimento e inaugurará uma era de alegria, de felicidade e de paz sem fim.
O Evangelho apresenta a realização da promessa profética: Jesus, o “menino de Belém”, é o Deus que vem ao encontro dos homens para lhes oferecer – sobretudo aos pobres e marginalizados – a salvação. A proposta que Ele traz não será uma proposta que Deus quer impor pela força; mas será uma proposta que Deus oferece ao homem com ternura e amor.
A segunda leitura lembra-nos as razões pelas quais devemos viver uma vida cristã autêntica e comprometida: porque Deus nos ama verdadeiramente; porque este mundo não é a nossa morada permanente e os valores deste mundo são passageiros; porque, comprometidos e identificados com Cristo, devemos realizar as obras d’Ele.

 

 


 

Tema da "Missa do Dia"



A liturgia deste dia convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na incarnação de Jesus… Ele é a “Palavra” que se fez pessoa e veio habitar no meio de nós, a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de “filhos de Deus”.
A primeira leitura anuncia a chegada do Deus libertador. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao seu Povo uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria, o desalento pela esperança.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projecto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/”Palavra” é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.

Padres Dehonianos

 

 



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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
Desejo a todos os leitores deste espaço um Santo e Feliz Natal

Exultemos de alegria,

Adoremos o Senhor:

Da Virgem Santa Maria

Nasceu Cristo, o Redendor.



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Reportagem da RTP Açores sobre o Seminário Episcopal de Angra - A Nossa Casa


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