O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
SEMANA NACIONAL DE PASTORAL LITÚRGICA

 

Durante esta semana um grupo de 11 pessoas da Ouvidoria do Pico estarão no Santuário de Fátima a participar neste encontro nacional.

Esperamos que esta presença seja proveitosa para os participantes e que no regresso as nossas comunidades possam receber os frutos.



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Domingo, 26 de Julho de 2009
XVII Domingo do Tempo Comum

 

A multiplicação dos pães é figura, tipo e antecipação do banquete eucarístico. Aos apóstolos não se reserva um papel passivo, mas o de actores: cabe-lhes distribuir o alimento aos presentes. A Igreja continua hoje a distribuir o Pão da Vida. Não menosprezemos o dom mas, na medida do possível, comunguemos com frequência. Não esqueçamos também que a Missa deve levar a um maior compromisso social dos cristãos, vital nestes tempos de crise, tal como o realça o Papa na sua mais recente encíclica, “Caridade na Verdade”.



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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
SOLENIDADE DE SANTA MARIA MADALENA

 

 



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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
FESTAS DE SANTA MARIA MADALENA



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Domingo, 19 de Julho de 2009
XVI Domingo do Tempo Comum

 

Regressados da sua pregação, os apóstolos relatam ao Senhor os sucessos alcançados. Jesus convida-os a descansar e a reflectir; Ele mesmo mostra-lhes como evangelizar as multidões, tornando-se, assim, pastores do rebanho de Deus. Na Bíblia, também os reis e sacerdotes do povo de Israel nos aparecem frequentemente sob a designação de pastores. Jeremias, por exemplo, procura criar no povo a esperança no aparecimento de um outro Pastor que o conduza à vida e à realização dos desígnios do Senhor. Um Pastor capaz de trazer ao mundo a reconciliação, o perdão e a paz entre os Homens, assim tornados mais próximos de Deus, no mesmo Espírito de unidade.



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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
D. António quer aproximar Igreja do Povo

 

 “O grande desafio pastoral nos Açores é compreender, acompanhar e evangelizar a realidade popular”, anunciou o Bispo D. António Sousa Braga, em entrevista à Rádio Açores/TSF no passado dia 1 de Julho.

 

O Bispo da Diocese de Angra e ilhas dos Açores considera que os “programas anuais ou trianual da Igreja devem respeitar o ritmo do povo”, destacando que a “religiosidade popular é que marca a vivência comunitária das paróquias, mobiliza e motiva o povo”, frisou.

 

D. António Sousa Braga aponta para a necessidade dos padres “darem sentido ao que fazem para se descobrir as raízes cristãs da realidade e festas populares e procurar retirar valores das festas. As festas populares nos Açores apresentam muitos valores. Não são as pregações dos padres ou do Bispo, mas sim as vivências do povo nas suas freguesias que garantem o apelo ao Divino”, frisou.

 

A realização das festas do Espírito Santo, em quase todas as freguesias, são um exemplo prático de festas populares que mobilizam a grande maioria das pessoas nos Açores. “A Igreja deveria estar mais presente nessas festas para a evangelizar e explicitar os valores que deram origem a essas festas e motivação a sua continuação”, sublinhou.

 

O Bispo considera que actualmente a Igreja caminha no sentido de garantir a participação popular, permitindo “a renovação da Igreja, com pessoas muito participativas nas paróquias, com movimentos eclesiais”.

 

D. António Sousa Braga considera que a imagem “que têm as pessoas, que a comunicação social e a própria Igreja transmitem é que a Igreja está parada e a situação piorou, que a crise se acentuou, porque diminuiu a prática religiosa”, no entanto, segundo o Bispo “existe uma falta de conhecimento da realidade porque se fazem afirmações devido a um problema aqui e ali”.

 

Luís Pedro Silva/TSF-Açores



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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Festas de Santa Maria Madalena

Presididas por Sua Excelência Reverendíssima

Dom Arquimínio Rodrigues da Costa

Bispo Emérito de Macau

Nos 60 anos da sua Ordenação Sacerdotal

 

 

ANO SACERDOTAL – O POVO SACERDOTAL NA FIDELIDADE A CRISTO

 

Novenário de Preparação

 

Segunda-feira, 13 de Julho

19h30 – Eucaristia de Abertura do Novenário

Inauguração das obras de conservação e restauro da Capela-Mor e do douramento do Trono da Igreja Matriz

 

De 14 a 18 de Julho

18h30 – Celebração do Sacramento da Reconciliação

19h30 – Eucaristia

 

Domingo, 19 de Julho

12h00 – Eucaristia com a Celebração do Sacramento da Confirmação

16h00 – Cortejo de Oferendas e Arrematações

 

Segunda-feira, 20 de Julho

18h30 – Celebração do Sacramento da Reconciliação

19h30 – Eucaristia

 

Terça-feira, 21 de Julho

19h30 – Eucaristia de Encerramento do Novenário

21h00 – Sessão Solene da Abertura das Festas

Lançamento do Livro “Jesus e as Mulheres – A Propósito de Maria Madalena” da autoria do Dr. Artur Cunha de Oliveira

 

 

Solenidade de Santa Maria Madalena

 

                Quarta-feira, 22 de Julho

10h30 – Eucaristia com Celebração do Sacramento do Baptismo

   Animação Litúrgica pelo Agrupamento 904 do CNE da Madalena

 

12h00 – Bênção de viaturas e saudação à Padroeira

 

15h00 – Desfile de filarmónicas e saudação à Padroeira

 

              17h00 Solene Concelebração da Eucaristia, presidida por Sua Excelência Reverendíssima D. Arquimínio Rodrigues da Costa, Bispo Emérito de Macau

 

            18h30 – Solene Procissão, onde se incorporarão os Fiéis, Organismos Paroquiais, Forças Vivas do Concelho, Autoridades e Filarmónicas.

 

 

Serviço da Palavra

 

           Reverendíssimo Monsenhor Cónego

           Dr. Gregório Joaquim Couto Rocha

                          Digníssimo Reitor do Seminário Episcopal de Angra

 



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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Festa de Santa Maria Madalena

“O Povo Sacerdotal na Fidelidade a Cristo”

 

Na passada segunda-feira 13 de Julho, iniciámos o novenário de preparação para a festa da nossa Padroeira, Santa Maria Madalena.

Todos os anos temos a preocupação de promover a vivência espiritual da nossa festa, para que os nossos arraias sejam expressão da alegria do coração.

Em pleno Ano Sacerdotal promulgado pelo Papa Bento XVI, escolhemos como tema das festas deste ano: “O Povo Sacerdotal na Fidelidade a Cristo”.

O novenário de preparação com o serviço da Palavra e a celebração da Eucaristia de certo nos ajudará a alegrarmos o coração e a fazermos festa.

Para nos orientar nesta preparação convidámos o Reverendíssimo Monsenhor Cónego Dr. Gregório Joaquim Couto Rocha, Digníssimo Reitor do Seminário Episcopal de Angra, que durante o novenário e festa proclamará a Palavra em nome do Senhor.

A abertura oficial das festas decorrerá novamente na “Casa Mãe” de todos os madalenenses, a nossa Igreja Matriz, com o lançamento do livro “Jesus e as Mulheres – A Propósito de Maria Madalena”, da autoria do Dr. Artur Cunha de Oliveira, obra que surgiu depois de o termos convidado a apresentar uma conferência sobre Santa Maria Madalena aquando das festas de reabertura da nossa Matriz no ano de 2005. Alegramo-nos e agradecemos ao Dr. Cunha de Oliveira por nas nossas festas deste ano proceder ao lançamento oficial desta obra que terá sem dúvida sucesso nacional.

Presidirá às festividades deste ano Sua Excelência Reverendíssima D. Arquimínio Rodrigues da Costa, Bispo Emérito de Macau e filho deste concelho, que este ano está a celebrar as suas Bodas de Diamante Sacerdotal. Com ele queremos agradecer a Deus estes 60 anos de sacerdócio.

Não poderia terminar sem agradecer a todos aqueles que de muitas e variadas formas colaboram generosamente connosco nestas festividades. Bem-hajam.

Termino desejando a todos umas boas festas numa sã harmonia de convívio cristão.

 

 



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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Um guia social em 79 pontos

 

Bento XVI apresentou no dia 7 de Julho a sua terceira encíclica, "Caritas in Veritate" (A caridade na verdade), um texto de 79 pontos, em que se mostra a um mundo ainda abalado pela crise financeira um conjunto de orientações para o mundo económico e exigências de solidariedade. Lembrar os pobres e os mais desprotegidos no tempo da globalização é o fio condutor do documento, que procura apresentar caminhos para o "verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e de toda a humanidade".

 

O Papa repete a palavra "caridade", que dava o mote à sua primeira encíclica abordando desta feita matérias ligadas ao mundo do trabalho, da economia e do desenvolvimento. Na abertura da encílica refere-se que há um contexto social e cultural que "relativiza a verdade" e provoca um "esvaziamento" da caridade, o que pode fazer com que "a actividade social acabe à mercê de interesses privados e lógicas de poder".

 

Justiça e bem comum são apresentados como critérios orientadores para o agir, também dos cristãos, embora Bento XVI reafirme que a Igreja não tem soluções técnicas para apresentas, mas "uma missão de verdade para cumprir". "Quando o empenho pelo bem comum é animado pela caridade, tem uma valência superior à do empenho simplesmente secular e político", pode ler-se.

 

Alertas e preocupações

 

O I Capítulo é dedicado à encílica "Populorum Progressio" (1967), de Paulo VI, retomando "os seus ensinamentos sobre o desenvolvimento humano integral" e pedindo um "verdadeiro humanismo", aberto ao "Absoluto".

 

"Deus é o garante do verdadeiro desenvolvimento do homem", escreve.

 

Neste contexto, é dito que a Igreja tem um papel público a cumprir, "sem olhar a privilégios nem posições de poder", e propõe-se uma "ligação entre étiuca de vida e ética social", comprometendo cada pessoa "a fim de fazer avançar os actuais processos económicos e sociais para metas plenamente humanas".

 

A falta de fraternidade entre homens e povos é uma das preocupações apresentas: "A sociedade cada vez mais globalizada torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos".

 

O capítulo II aborda a questão do desenvolvimento no nosso tempo, começando com um alerta de Bento XVI: "O lucro é útil se, como meio, for orientado para um fim que lhe indique o sentido e o modo como o produzir e utilizar".

 

"As forças técnicas em campo, as inter-relações a nível mundial, os efeitos deletérios sobre a economia real duma actividade financeira mal utilizada e maioritariamente especulativa, os imponentes fluxos migratórios, com frequência provocados e depois não geridos adequadamente, a exploração desregrada dos recursos da terra, induzem-nos hoje a reflectir sobre as medidas necessárias para dar solução a problemas que são não apenas novos relativamente aos enfrentados pelo Papa Paulo VI, mas também e sobretudo com impacto decisivo no bem presente e futuro da humanidade", indica.

 

No contexto da crise, surgiu uma renovada avaliação do "papel e poder" dos Estados, com o Papa a pedir "novas formas de participação" na vida política nacional e internacional.

 

A luta contra a fome merece uma chamada de atenção: "É necessária a maturação duma consciência solidária que considere a alimentação e o acesso à água como direitos universais de todos os seres humanos, sem distinções nem discriminações", observa.

 

Aborto, eutanásia e violações à liberdade religiosa são outras preocuações apresentadas, a que se juntam o "terrorismo de índole fundamentalista, que gera sofrimento, devastação e morte, bloqueia o diálogo entre as nações e desvia grandes recursos do seu uso pacífico e civil".

 

Crise

 

O Papa admite que "as grandes novidades, que o quadro actual do desenvolvimento dos povos apresenta, exigem em muitos casos novas soluções", considerando como prioritário "o objectivo do acesso ao trabalho".

 

Fraternidade, desenvolvimento económico e sociedade civil são o tema do Capítulo III, em que se alerta contra uma visão "meramente produtiva e utilarista da existência".

 

Regulação, legislação e redistribuição da riqueza são temas abordados num conjunto de reflexões em que se procura afastar a ideia de um mercado negativo por natureza e se fala da importância das "leis justas" nos Estados para a "civilização da economia".

 

Esta secção conclui-se com uma nova avaliação do fenómeno da globalização, visto como mais do que um mero processo socioenconómico: "Não devemos ser vítimas dela, mas protagonistas, actuando com razoabilidade, guiados pela caridade e a verdade".

 

No Capítulo VI aparecem as questões direitos e deveres, da ecologia e da ética. Bento XVI fala de uma reivindicação do "supérfluo" qu contrasta com a falta de água e alimento em certas regiões subdesenvolvidas. O Papa afirma também que é "errado" considerar o aumento da população como "primeira causa de subdesenvolvimento", lembrando que a queda dos nascimentos "põe em crise os sistemas de assistência social".

 

"Nesta perspectiva, os Estados são chamados a instaurar políticas que promovam a centralidade e a integridade da família, fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher, célula primeira e vital da sociedade", acrescenta a encíclica.

 

A colaboração da família humana está no centro do Capíutulo V, onde se lê que os cristãos apenas podem contribuir para o desenvolvimento "apenas se Deus encontrar lugar também na esfera pública". O Papa faz referência ao princípio da subsidariedade, como "antídoto" conta qualquer forma de "assistencialismo paternalista".

 

Um maior acesso à educação e um compromisso internacional contra fenómenos como o turismo sexual são indicações de Bento XVI para um desenvolvimento integral, em que se incluem ainda as novas dinâmicas das migrações, impossíveis de resolver "por um país, de forma isolada".

 

A reforma "urgente" da ONU e da actual arquitectura económica e financeira mundial levam o Papa a defende uma nova e verdadeira "autoridade política mundial".

 

O sexto e último capítulo é dedicado ao tema do desenvolvimento dos povos e da técnica, com aviso em relação à ideologias tecnocráticas. Neste contexto, é referido que "um campo primário e crucial da luta cultural entre o absolutismo da técnica e a responsabilidade moral do homem é o da bioética".

 

Na conclusão, Bento XVI dirige-se aos cristãos e indica que "o desenvolvimento implica atenção à vida espiritual, uma séria consideração das experiências de confiança em Deus, de fraternidade espiritual em Cristo, de entrega à providência e à misericórdia divina, de amor e de perdão, de renúncia a si mesmos, de acolhimento do próximo, de justiça e de paz".

 

In Agência Ecclesia



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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
"Memórias da Irmã Lúcia" – As Aparições em Fátima

 

13 de Julho de 1917

 

 

Dia 13 de Julho de 1917 – Momentos depois de termos chegado à Cova de Iria, junto da carrasqueira, entre numerosa multidão de povo, estando a rezar o terço, vimos o reflexo da costumada luz e, em seguida, Nossa Senhora sobre a carrasqueira.

 

– Vossemecê que me quer? – perguntei.

 

– Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.

 

– Queria pedir-Lhe para nos dizer Quem é, para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.

 

– Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi Quem sou, o que quero e farei um milagre que todos hão-de ver, para acreditar.

 

Aqui, fiz alguns pedidos que não recordo bem quais foram. O que me lembro é que Nossa Senhora disse que era preciso rezarem o terço para alcançarem as graças durante o ano. E continuou:

 

– Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.

 

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados.

 

O reflexo pareceu penetrar a terra e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes (incêndios), sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (deveu ser ao deparar-me com esta vista que dei esse ai! que dizem ter-me ouvido). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora que nos disse, com bondade e tristeza:

 

– Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio Xl começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.

 

Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia que se converterá e será concedido ao mundo algum tempo de paz (18). Em Portugal se conservará sempre o dogma da Fé, etc. Isto não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo.

 

Quando rezais o terço, dizei, depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.

 

Seguiu-se um instante de silêncio e perguntei:

 

– Vossemecê não me quer mais nada?

 

– Não. Hoje não te quero mais nada.

 

E, como de costume, começou a elevar-se em direcção ao nascente até desaparecer na imensa distância do firmamento.



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