O PENSAR, SENTIR E VIVER MADALENENSE. UM ESPAÇO DE PARTILHA E DIÁLOGO QUE MARCA PELA DIFERENÇA E QUALIDADE
Domingo, 25 de Novembro de 2007
DEZ MANDAMENTOS PARA PAIS COM FILHOS NA CATEQUESE
Neste dia de Cristo Rei, ao celebrar as Eucaristias, que foram tão vividas pelas crianças, adolescentes e pais dos catequizandos da Madalena e da Criação Velha, fica aqui este decálogo. 


1.Não somos uma ilha. Assim como precisamos da família e da sociedade, para fazer nascer e crescer o nosso filho, mesmo que a primeira responsabilidade seja sempre nossa, também precisamos da Igreja, para que o nosso filho, renascido pelo Baptismo, cresça connosco na fé.


2.Não nos bastamos a nós próprios na educação da fé, mesmo que sejamos os primeiros catequistas dos nossos filhos. Os catequistas da nossa paróquia estão à nossa disposição, não para ser nossos substitutos, mas para se tornarem nossos colaboradores na educação da fé. O seu trabalho, feito em comunhão com a Igreja, será sempre em vão sem o nosso empenho e colaboração!


3.Não faltaremos à Catequese. A Catequese não é um «ensino» avulso e desorganizado. É uma educação da fé, feita de modo ordenado e sistemático, de acordo com o programa definido pelos Catecismos. As faltas à Catequese quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé. Velaremos pela assiduidade dos nossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.


4.Não esperamos que a Catequese faça bons alunos. Antes, pretendemos que ela nos ajude a formar discípulos de Jesus, que O seguem, em comunidade. Não desprezaremos a comunidade dos seus discípulos, a Igreja, nos seus projectos, obras e iniciativas.


5.Não queremos, apesar de tudo, que a Catequese seja o nosso primeiro compromisso cristão. Participar na Eucaristia Dominical é um bem de primeira necessidade. Saberemos organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia em primeiro lugar. Custe o que custar!


6.Não queremos que a Catequese substitua as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica nem o contrário. Porque a Catequese, não é uma “aula”, em ambiente escolar, dirigida sobretudo à inteligência, e destinada a articular a relação entre a fé e a cultura. A Catequese é sobretudo um “encontro”, no ambiente da comunidade, que se dirige à conversão da pessoa inteira, à sua mente, ao seu coração, à sua vida. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.


7.Não estaremos preocupados por que os nossos filhos “saibam muitas coisas”. Mas alegrar-nos-emos sempre, ao verificarmos que eles saboreiam a alegria de serem cristãos, e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus, o Amigo por excelência, o Homem Novo, o Deus vivo e o Senhor das suas vidas!


8.Não exigiremos dos nossos filhos, o que não somos capazes de dar. Por isso, procuraremos receber nós próprios formação e catequese, para estarmos mais esclarecidos e mais bem preparados. Procuraremos estar onde eles estão. Rezar e celebrar com eles, de modo a que a nossa fé seja vivida em comum na pequena Igreja que é a família e se exprima na grande família que é a Igreja.


9.Não exigiremos dos nossos filhos o que não somos capazes de fazer. Procuraremos pensar e viver de acordo com os valores do Evangelho. Sabemos bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização. Deste modo, eles aceitarão melhor a proposta dos nossos ideais e valores.


10.Jamais cederemos à tentação de “mandar” os filhos à Catequese, para nos vermos livres deles ou para fugirmos às nossas responsabilidades.



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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007
Santa Cecília

 
Imagem que se venera na Matriz da Madalena
 

         Cecília nasceu no princípio do século III de uma antiga e ilustre família da nobreza romana, Gens Ceccilia, famosa já no século V antes de Cristo.

 

            As notícias relativas à história desta Santa apresentam-nos Cecília como uma virgem amante de Jesus e da virtude, que assistia todos os dias às missas rezadas pelo papa Urbano nas catacumbas da Via Ápia, onde procurou o Santo Pontífice e lhe confessou como desde criança se havia consagrado a Jesus Cristo e lhe suplicou que aceitasse o seu voto de castidade. Praticava o amor a Deus e ao próximo, especialmente aos pobres, que são a imagem de Jesus. Respeitava servos e escravos, acolhia benignamente os mendigos e oferecia-lhes, juntamente com a esmola, uma palavra de conforto, para mitigar os seus sofrimentos.

 


            Sem o seu conhecimento, foi prometida em casamento por seus pais a um nobre jovem de nome Valeriano. Diz a lenda que no dia de núpcias, Cecília cantava a Deus, o hino da pureza e declarou a Valeriano, ainda pagão, como ela Lhe pertencia totalmente e que um anjo guardava a sua consagrada virgindade.

 

            Valeriano respondeu que só acreditaria se visse o anjo. Então, Cecília apresentou-o ao Papa Urbano para que o preparasse para o baptismo. Deste encontro resultou a conversão de Valeriano, que recebeu o baptismo e pôde assim ver o anjo ao lado de Cecília. O anjo segurava nas mãos duas coroas de flores simbolizando o martírio que em breve deveria glorificar Cecília e Valeriano.

 

            Tibúrcio, irmão de Valeriano, quis igualmente receber o baptismo. Pouco tempo depois, os dois irmãos, acusados de serem cristãos, foram decapitados. Cinco meses depois, Cecília era condenada à morte. Diz-se que quando foi decapitada, sua cabeça não caiu. Sobreviveu três dias, professando em silêncio a sua fé em Deus Uno e Trino, com uma das mãos apontando um dedo e a outra, três.


Escultura de Maderno

 

            O Papa Urbano mandou recolher o seu corpo e depositá-lo nas catacumbas de São Calisto, bem perto da cripta dos Papas, corria o ano de 225. Mais tarde, em 821, por ordem do Papa Paschal I foi transportado para a Basílica dedicada a Santa Cecília, construída sobre a antiga casa dos Cecílios, no Trastevere.

 

            O ofício da Missa desta Santa traz, como antífona, um tópico das actas do martírio da Santa, no qual se diz que, no dia do seu matrimónio, a festa prosseguia, com vinhos, danças e muita música, quando Cecília ouvindo os músicos tocarem, terá elevado o seu coração a Deus entoando baixinho estas piedosas preces: "Fazei Senhor que o meu coração permaneça imaculado e não permitais que sejam frustradas as minhas esperanças" (Sl.118,80).

 

            No texto das actas existe, porém, uma má interpretação, quando a imagem desta santa é invocada tocando um órgão. Isto sucede porque é dito: “Cantantibus” ou “canentibus organis ...” sendo mal traduzido, pois organa era um instrumento musical dos músicos que animavam as festas. Esta tradução errada, típica do século XIV, levou alguns pintores a interpretarem a frase como: “Cecília cantando com acompanhamento de órgão.”

 

            De facto, os artistas da Renascença representam Santa Cecília com um instrumento musical nas mãos.

 

          Daí, a tradição que Cecília tocasse harpa, tendo sido declarada Padroeira dos músicos, que a celebram como sua Santa protectora no dia 22 de Novembro.      

 

            A estátua de mármore branco, desta santa, virgem e mártir, tão bem amada e descrita nos livros de História da Arte é considerada como uma das maiores obras de arte da escultura barroca. Representa o corpo de uma jovem, em tamanho natural, deitada sobre o seu lado direito, com as pernas ligeiramente dobradas, como se estivesse na cama a dormir, com uma roupagem de traços inacreditavelmente suaves e com um profundo golpe no pescoço, muito real e comovedora. Esta estátua foi originalmente encomendada pelo Cardeal Paolo Sfondrato, em 1599, a um jovem escultor italiano de 23 anos, Stefano Maderno.

 

Escultura após o restauro


            Maderno tentou reproduzir fielmente as dimensões e a posição do corpo como foi encontrada a santa durante as escavações de restauro da igreja e quis também realçar a posição dos seus dedos: três abertos na mão direita e um esticado na mão esquerda. Segundo a tradição cristã, a santa quis indicar a sua fé na Unidade e na Trindade de Deus.

 

            Séculos de detritos, sujidade, fumos e cera de velas ofuscaram a estátua de Santa Cecília; mas, graças ao trabalho efectuado pela junta de Conservação de Arte Italiana, em 1900, foi restituída à estátua o seu antigo esplendor, tendo ficado como nova, na também restaurada Igreja de Santa Cecília, em Trastevere, Roma.


 

Igreja de Santa Cecília em Roma

           

Fonte: SGARBOSSA, Mário e GIOVANNINI, Luigi – Um santo para cada dia, São Paulo: Paulus, 1983, 9ª ed.



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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007
SÃO MARTINHO

O SANTO DO INVERNO QUE TRAZ O VERÃO

 

Texto original de Maria Luísa V. de Paiva Boléo

 

            Os Santos populares no nosso país são festejados no tempo quente de Verão: Santo António, São João e São Pedro. No Inverno há apenas um, que chega com o frio: São Martinho, que associamos à prova do vinho novo e às castanhas. Martinho nasceu no séc. IV em 316 ou 317 D.C. Terá sido baptizado, por volta do ano 339. São mais de 1600 anos de popularidade. Mas saberemos mesmo quem foi São Martinho?

 

            DE CAVALEIRO ROMANO A APÓSTOLO DA GÁLIA


 

 

             Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano – Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu – o escritor Sulpício Severo.

             Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador. Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia.

             O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre?

 

            MARTINHO E CONSTANTINO I


 

 

             Conta a lenda, que no dia seguinte Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: «Cada vez que fizeres o bem ao mais pequeno (no sentido social de mais desprotegido) dos teus irmãos é a mim que o fazes». A partir desse dia Martinho passa a olhar para os cristãos de outro modo. Recordamos que o Cristianismo teve dificuldade em se impor como religião, e que um passo importante dado, nesse sentido, foi por Constantino I, que, em 313, permite que o Catolicismo seja livremente praticado no Império. Com o tempo foi aceite como religião do Estado.

             Constantino – o Grande – acreditou que o Deus dos cristãos, que ele, de início associava ao sol, o protegia e que lhe proporcionara a grande vitória contra Maxêncio, em 312. Acabará senhor absoluto do Império, tanto a Oriente, como a Ocidente, depois da vitória sobre Licínio, em 324. Consta que Constantino I terá visto no céu, antes da batalha com Maxêncio, a frase: «In Hoc Signo Vinces (Por este símbolo (cruz de Cristo) vencerás)» e daí o início da sua conversão. A testemunhar essa conversão existe o Arco de Constantino, em Roma, erigido para celebrar a vitória, onde consta a frase «por inspiração da Divindade e pela sua (de Constantino) grandeza de espírito». A testemunhar a sua conversão há o facto de o prefeiro pretoriano da Hispânia, Acílio Severo, conhecido por Lactâncio ter sido o primeiro prefeito cristão de Roma, em 326.

             Constantino I fundou a cidade de Constantinopla, onde fez a nova capital do Império, na antiga Bizâncio, e mandou edificar inúmeras igrejas, para o culto cristão, por todo o Império. A cidade foi sagrada no ano 330. As mais importantes igrejas foram a basílica de Latrão, a igreja de São Pedro, em Roma, a igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, bem como basílicas em Numídia e em Trèves. Deu-se origem às fundações da Igreja da Santa Sabedoria (Hagia Sophia), em Constantinopla, que, viria, em 1453 a ser tomada pelos árabes e Constantinopla passou a chamar-se Istambul. Constantino I é baptizado no leito de morte, no ano de 337 e sepultado na basílica dos Apóstolos naquela cidade. Deixa o império dividido pelos seus três filhos, Constantino II, Constâncio e Constante, que vão lutar entre si ficando senhor do Império Constâncio II.

 

            A LENDA DE MARTINHO

 

             Depois do encontro de Martinho com o pobre que seria o próprio Jesus, sente-se um homem novo e é baptizado, na Páscoa de 337 ou 339. São Martinho entende que não pode perseguir os seus irmãos na fé. Percebe, que os outros são, na realidade, mais seus irmãos que inimigos. Só tem uma solução – o exílio, porque, oficialmente, só podia sair do exército com 40 anos. Hoje o sentido de irmão está, no Ocidente, perfeitamente interiorizado, mas, na época era algo de totalmente revolucionário. Era uma sociedade estratificada, e os grandes senhores, onde se incluía a classe militar, não se misturavam com a plebe, e muito menos um escravo era considerada pessoa humana. Daí Cristo ter sido crucificado. O amor entre todos, como irmãos que pregava era verdadeiramente contra os usos do tempo. Todos o que o seguiram e praticaram a solidariedade eram vistos como marginais e mais ou menos perseguidos.

             Martinho, ainda militar, mas com uma dispensa vai ter com Hilário (mais tarde Santo Hilário) a Poitiers. Funda primeiro o mosteiro de Ligugé e depois o mosteiro de Marmoutier, perto de Tours, com um seminário. Entretanto a sua fama espalha-se. Muitos homens vão seguir Martinho e optar pela a vida monástica. Com o tempo, as suas pregações, o seu exemplo de despojamento e simplicidade, fazem dele um homem considerado santo. É aclamado bispo de Tours, provavelmente em Julho de 371. Preocupado com a família, lá longe, e com todo o entusiasmo de um convertido vai à Hungria visitar a família e converte a mãe.

             A vida de São Martinho foi dedicada à pregação. Como era prática no tempo, mandou destruir templos de deuses considerados pagãos, introduziu festas religiosas cristãs e defende a independência da Igreja do poder político, o que era muito avançado para a época. Nem sempre a sua acção foi bem aceite, daí ter sido repudiado, e, por vezes, maltratado.

 

            VITA MARTINI

 

             Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».

             Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).

             Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho».



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Sábado, 10 de Novembro de 2007
São Martinho

Bispo de Tours





            A 11 de Novembro de cada ano o calendário litúrgico da Igreja regista a memória de São Martinho, Bispo de Tours.

         Desde há muito que a Festa de São Martinho tomou contornos muito populares, espalhando-se festas por todo o lado.

       Também entre nós, nesta cristã ilha montanha (ainda o será???), hoje e amanhã, muitas serão as festas em nome deste grande homem da Igreja, que além do são convívio e da partilha comensal, por vezes, muito pouco têm de cristãs.

         No entanto há uma grande confusão na cabeça de muita boa gente. Ao passar por diversas localidades da ilha, encontramos nichos com uma imagem de um santo negro que dizem ser de São Martinho, o que de facto o é, mas não a de São Martinho Bispo de Tours, que se celebra a 11 de Novembro. O São Martinho negro é São Martinho de Porres, que viveu entre 1579 e 1639. Era natural de Lima, capital do Peru, filho de Ana Velásquez, que era mulata e é celebrado a 3 de Novembro.

         Com o intuito de esclarecer esta grande confusão apresento aqui um pouco da vida, história e testemunho de São Martinho, Bispo de Tours, celebrado a 11 de Novembro.

         Saibamos imita-lo na sua santidade!
       Como o são convívio é importante para todos nós, saibamos divertir-nos com moderação. Boas festas de São Martinho!     

 


            São Martinho nasceu no ano de 316, na Sabária da Panónia (Hungria). Seu pai era oficial do Exército Romano. Aos 12 anos, contrariando a vontade dos pais, tornou-se cristão. Entretanto, o pai contrapôs-se terminantemente a essa decisão do filho, alistando-o no Exército Romano. Aconteceu, nessa época, o famoso episódio da manta de guarda imperial: ao ver um mendigo tiritando de frio, corta ao meio a sua manta e oferece-lhe uma parte. À noite sonhou e viu Jesus envolto naquele pedaço de manta, dizendo: "Martinho, ainda não baptizado, deu-me este vestuário".

            Abandonou, então, o Exército e fez-se baptizar por Santo Hilário de Poitiers. Entregou-se à vida de eremita, fundando um mosteiro em Ligugé, França, onde vivia sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours (371). Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo. Morreu no ano de 397.

 

Lenda do Verão de São Martinho

 


            Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.

            S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.

            E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.

            Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.

            Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso.



publicado por magdala às 23:46
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007
Festa de Santa Cecília

 


            No domingo anterior à Solenidade de Cristo Rei, a Zona Pastoral da Madalena irá celebrar na Matriz de Santa Maria Madalena a Festa de Santa Cecília, Padroeira dos Músicos.

            A 18 de Novembro a partir das 11h15 a vila vai encher-se de música, pois irão desfilar rumo à Matriz as filarmónicas e grupos folclóricos do concelho. Ao meio-dia será a celebração da Eucaristia, animada pelo grande coral composto por todas as capelas da Zona Pastoral e durante a qual as várias instituições musicais irão participar de forma activa.

            Terminada a celebração haverá um almoço convívio entre todos os músicos do concelho na sede da Filarmónica União e Progresso Madalense, ofertado pela Câmara Municipal da Madalena, que desta forma homenageia anualmente os músicos do concelho.



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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007
Catequese Paroquial

                  


                   Com o início do ano pastoral iniciamos também o novo ano catequético.

            Este ano estão inscritos na catequese paroquial 238 catequizandos que serão orientados por 36 catequistas, que ao longo da semana farão catequese nas três salas do salão paroquial destinadas a este fim.

            O secretariado nacional da educação cristã está a renovar os catecismos do itinerário catequético, que já apresenta cinco novos catecismos, estando previsto que os outros cinco estejam concluídos e entrem em vigor em todo o país já no próximo ano catequético. Assim sendo, este ano além do 9º ano que já no ano transacto seguiu o novo catecismo, seguirão novos catecismos o 1º, 7º, 8º e 10º ano.

            Na nossa paróquia o ano catequético iniciou-se com uma reunião de pais, no dia 16 de Outubro na Filarmónica União e Progresso Madalense, onde estiveram presentes mais de 100 pais que tiveram oportunidade de recordar a sua missão como primeiros educadores dos seus filhos e que a paróquia os auxilia nessa sua missão através da catequese paroquial. Recordaram ainda a importância do acompanhamento permanente aos seus filhos no decorrer da catequese e da vida da comunidade, especialmente na celebração do Domingo que tem o seu ponto culminante na Eucaristia. O encontro finalizou com a apresentação dos catequistas e com um encontro pessoal dos pais com os catequistas dos seus filhos.

            Deixamos aqui a nossa satisfação pela presença de tão elevado número de pais, sinal que se preocupam e estão interessados na educação cristã dos seus filhos. Bem Hajam!

            Apresentamos de seguida os horários e responsáveis por cada ano da catequese paroquial.


 

ANO

INSCRITOS

CATECISMO

CATEQUISTAS

HORÁRIO

30

Temos um Amigo

Adelina Rosa

Fátima Costa

Fernanda Soares

Ildeberta Silva

Quinta-feira

18h00

26

Estou com Jesus

Alda Terra

Ana Maria

Berta Oliveira

Maria de Jesus

Maria Regina

Terça-feira

18h00

Quarta-feira

17h15

25

Queremos Seguir-te

Alice Andrade

Guida Costa

Idalina Santana

Quarta-feira

18h15

Sábado

17h30

17

Ficamos Contigo

Elisabete Rodrigues

Isabel Costa

Terça-feira

17h15

22

Eu sou o Vosso Deus

Ludovina Pires

Manuela Moniz

Paula Garcia

Regina Silveira

Terça-feira

18h00

29

Jesus Cristo é o Senhor

Dulce Melo

Madalena Garcia

Nely Alves

Sandra Luís

Sónia Andrade

Quarta-feira

18h15

15

Projecto Mais

Célia Teixeira

Maria Helena Santos

Mário Teixeira

Sábado

17h15

35

Somos Mais

Alice Andrade

Eduartina Garcia

Filomena Silva

Lurdes Silva

Madalena Medeiros

Maria Luísa Lopes

Marla Serpa

Sílvia Pires

Segunda

18h10

Sábado

19h30

18

O desafio de Viver

Ilda Rodrigues

José Manuel Vieira

Terça-feira

19h00

10º

21

A Alegria de Crer

Conceição Silva

Madalena Jorge

Sábado

17h00

Total

238

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36

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Domingo, 4 de Novembro de 2007
Diœcesis Angrensis

Diocese de Angra



Bispo – D. António de Sousa Braga

Área – 2 243 km²

Criação da Diocese – 3 de Novembro de 1534

Rito Romano

Padroeiro – Beato João Baptista Machado

Arquidiocese Metropolitana – Patriarcado de Lisboa

 


         A Diocese de Angra, frequentemente chamada erradamente de Diocese de Angra e Ilhas dos Açores, foi criada pelo papa Paulo III através da bula Aequum reputamus, de 3 de Novembro de 1534. A diocese abrange todo o arquipélago dos Açores e tem a sua sede na cidade de Angra do Heroísmo.

 

         No que respeita à organização religiosa, os Açores, como as restantes terras do além-mar português, começaram por estar sujeitas à jurisdição espiritual da Ordem de Cristo, exercida pelo vigário nullius de Tomar, que mandava visitar as ilhas por representantes, os chamados bispos de anel. Ao ser criado o bispado do Funchal (1514), o arquipélago passou para a jurisdição deste.

 


         A pedido de D. João III de Portugal, o papa Clemente VII criou o bispado de São Miguel (1533), mas faleceu antes da bula respectiva ter sido expedida. No ano seguinte (1534), o recém-eleito papa Paulo III pela bula Aequum reputamus erigiu o bispado de São Salvador do Mundo, dando-lhe por catedral a igreja do mesmo nome na cidade de Angra.

 

         A diocese de Angra ficou sé sufragânea do arcebispo do Funchal até 1550, data em que passou para a dependência da metrópole de Lisboa.

 


Lista dos bispos da Diocese de Angra

 

         Desde a sua fundação, a Diocese de Angra foi governada pelos seguintes bispos:

 

          1. D. Agostinho Ribeiro (1534-1540)

          2. D. Rodrigo Pinheiro (1540-1552)

          3. D. Frei Jorge de Santiago (1552-1561)

          4. D. Manuel de Almada (1564-1567)

          5. D. Nuno Álvares Pereira (1568-1570)

          6. D. Gaspar de Faria (1571-1576)

          7. D. Pedro de Castilho (1578-1583)

          8. D. Manuel de Gouveia (1584-1596)

          9. D. Jerónimo Teixeira Cabral (1600-1612)

         10. D. Agostinho Ribeiro (1614-1621)

         11. D. Pedro da Costa (1623-1625)

         12. D. João Pimenta de Abreu (1626-1632)

         13. D. Frei António da Ressurreição (1635-1637)

         14. D. Frei Lourenço de Castro (1671-1678)

         15. D. Frei João dos Prazeres (1683-1685)

         16. D. Frei Clemente Vieira (1688-1692)

         17. D. António Vieira Leitão (1694-1714)

         18. D. João de Brito e Vasconcelos (1718)

         19. D. Manuel Álvares da Costa (1720-1733)

         20. D. Frei Valério do Sacramento (1738-1757)

         21. D. António Caetano da Rocha (1758-1772)

         22. D. Frei João Marcelino dos Santos Homem Aparício (1774-1782)

         23. D. Frei José da Avé-Maria Leite da Costa e Silva (1783-1799)

         24. D. José Pegado de Azevedo (1802-1812)

         25. D. Frei Alexandre da Sagrada Família (1816-1818)

         26. D. Frei Manuel Nicolau de Almeida (1820-1825)

         27. D. Frei Estêvão de Jesus Maria (1827-1870)

         28. D. João Maria Pereira de Amaral e Pimentel (1872-1889)

         29. D. Francisco Maria do Prado Lacerda (1889-1891)

         30. D. Francisco José Ribeiro Vieira e Brito (1892-1901)

         31. D. José Manuel de Carvalho (1902-1904)

         32. D. José Correia Cardoso Monteiro (1905-1910)

         33. D. Manuel Damasceno da Costa (1915-1922)

         34. D. António Augusto de Castro e Meireles (1924-1928)

         35. D. Guilherme Augusto Inácio de Cunha Guimarães (1928-1957)

         36. D. Manuel Afonso de Carvalho (1957-1978)

         37. D. Aurélio Granada Escudeiro (1979-1996)

         38. D. António de Sousa Braga (desde 1996)

 



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Sábado, 3 de Novembro de 2007
Ouvidoria do Pico celebra Dia da Igreja Diocesana

Na Matriz das Lajes

 

            De 4 a 11 de Novembro irá decorrer em todas as Ilhas dos Açores a Semana da Diocese. Celebrações em todas as ouvidorias, reflexões partilhadas sobre o sentido teológico da Igreja local, e partilha de bens materiais marcarão esta semana da Diocese de Angra em 2007.



            Tal como os apóstolos transmitiram aquilo que receberam, segundo as Escrituras: «Cristo morto pelos nossos pecados e ressuscitado ao terceiro dia» (1Cor-l5:3-4) – assim a Igreja que está nos Açores quer propor e transmitir na sociedade actual, com a mesma frescura e fidelidade das origens, a fé em Cristo Vivo, tal como a recebeu.

            Homens e mulheres que vivem nestas ilhas a comunhão na fé em Jesus Cristo, congregados pelo Espírito Santo, pelo Evangelho e pela Eucaristia, sob a orientação do Bispo, sucessor dos Apóstolos, celebram assim uma jornada dedicada à Diocese onde está verdadeiramente presente e operante a Igreja de Cristo Una, Santa, Católica e Apostólica. A missão da Igreja é fazer sementeira dos valores do Reino de Deus, em terras longínquas, ao pé da porta e portas adentro. O sujeito da missão apostólica é a Igreja local (Diocese) que acampa no meio das casas dos homens, em cada uma das nove ilhas, através das suas 172 Paróquias. No dia 4 de Novembro cada Paróquia não celebra sozinha o Dia da Igreja Diocesana, mas juntamente com as outras comunidades da sua Ouvidoria ou ilha. É uma celebração de comunhão para a missão, assumindo o Evangelho, o seu anúncio e testemunho ao serviço das pessoas e da sociedade açoriana.

            Como expressou o Bispo Diocesano na sua recente Nota Pastoral, urge “uma análise cuidada e objectiva da realidade social” e esta analise só será possível através da comunhão eclesial, expressa nos Conselhos Pastorais de Paróquia, Ouvidoria e Diocese. Reflectindo em conjunto a sociedade actual poderemos encontrar a forma de hoje transmitir a fé. Como diz o Prelado na mesma nota, “a unidade pastoral Ouvidoria/Ilha é decisiva para viver e fomentar esta comunhão eclesial afectiva e efectiva. A missão é de toda a Igreja, Povo de Deus, na diversidade de ministérios e carismas. Não é exclusiva, nem propriedade de ninguém. Não se delega. É obrigação de todos os baptizados, na diversidade de ministérios e carismas. O Dia da Igreja Diocesana e a Semana da Diocese são momentos fortes, para celebrar esta comunhão para a missão, assumindo decididamente as suas implicações práticas na actuação pastoral. A Igreja é «casa e escola de comunhão». Não simplesmente para o bem-estar da comunidade e dos seus membros. É para evangelizar o mundo, caminhando «juntos» (syn-odós). A «sinodalidade» caracteriza o modo de viver e de actuar da Igreja. Para caminhar «juntos», é preciso celebrar «juntos» a fé, analisar «juntos» a realidade, discernir «juntos» as urgências pastorais, programar «juntos» e agir «juntos»”.

            Na Ilha do Pico, o Dia da Igreja Diocesana – Domingo, 4 de Novembro –, além de ser celebrado em cada Paróquia, será também assinalado na comunhão da Ouvidoria com uma celebração Eucarística pelas 18h30, na Matriz da Santíssima Trindade das Lajes do Pico, presidida pelo Ouvidor e concelebrada pelo clero da Ilha, para a qual todos os cristãos estão convidados. Antecederá esta celebração a primeira reunião do Conselho Pastoral de Ilha, deste ano pastoral, em que serão lançadas as directrizes pastorais deste ano em comunhão com a dinâmica diocesana: “Propor e transmitir a fé na sociedade actual”. Tenha-se presente que o Conselho Pastoral de Ouvidoria é constituído, além do clero da ilha, por um representante de cada movimento eclesial e de cada Paróquia da ilha. Ao terminar a Semana da Diocese o clero da Ouvidoria reunirá, a 10 de Novembro, pelas 10 horas no Passal da Prainha do Norte.


 

 



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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
2 de Novembro

Comemoração de Todos os Fieis Defuntos


 

            Depois de ter cantado a glória e a felicidade dos Santos que «gozam em Deus a serenidade da vida imortal», a Liturgia, desde o início do século XI, consagra este dia à memória dos Fiéis defuntos.

            É uma continuação lógica da Festa de Todos os Santos. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita. Quer os fiéis que vivem na glória, quer os que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo.         Continuam todos unidos a nós. A Igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da Glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório.

            É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar, sacramentalmente, presente o Mistério Pascal, lembra «aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz» (Prece. Eucarística I). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva.

            O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia de mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia, se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação, a Missa.

            No Sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos, que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a Sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino.

            Neste dia 2 de Novembro, pelas 18 horas sairemos da Igreja Matriz em romagem ao nosso cemitério, onde rezaremos pelos nossos defuntos lá sepultados, regressando novamente à Matriz onde celebraremos a Santa Missa, com vésperas cantadas, em sufrágio de todos os defuntos da Paróquia.



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1 de Novembro

Solenidade de Todos os Santos


 

 

            «Os Santos, tendo atingido, pela multiforme graça de Deus a perfeição e alcançado a salvação eterna, cantam hoje a Deus no Céu, o louvor perfeito e intercedem por nós.

            A Igreja proclama o mistério pascal realizado na paixão e glorificação deles com Cristo; propõe aos fiéis os seus exemplos, que conduzem os homens ao Pai por Cristo; e implora, pelos seus méritos, as bênçãos de Deus.

            Segundo a sua tradição, a Igreja venera os Santos e as suas relíquias autênticas, bem como as suas imagens. É que as festas dos Santos proclamam as grandes obras de Cristo nos Seus servos e oferecem aos fiéis os bons exemplos a imitar» (Constituição Litúrgica, nº 104 e 111).



publicado por magdala às 02:14
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